Simon Eskanazy (Antoine de Caunes) é um músico homossexual, nascido em uma conservadora família judia. Seu tio Salomon (Michel Aumont), um rico banqueiro, oferece-lhe um acordo : casando-se com uma mulher e constituíndo família, receberá uma boa quantia em dinheiro. A escolhida para a função de esposa é Rosalie Baumann (Elsa Zylberstein), uma jovem cantora de músicas iídche.
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Legal demais o filme, com humor refinado e um pouco de besteirol ali no meio, somado as nuances culturais e as músicas, e a questão da sexualidade dele, e do jeito peculiar dela rs ficou muito divertido, é de 98 mas achei a linguagem atual.
Esse filme é incrível!
Puta que pariu onde clico pra ver o filme????????
Me lembro desse filme passando na TV5 no começo dos anos 2000, mas não cheguei a vê-lo, apenas a parte final. Hoje eu finalmente assisti ao filme. É interessante, especialmente a direção. Porém roteiro e edição deixam a desejar em certos pontos, já que existem cortes bruscos de cena que não sustentam os propósitos das personagens, especialmente Simon. Interessante que num primeiro momento Rosalie representa uma personagem asséptica, que não pode com fumaça, tem umidificador, fora as regras de sua religião. No entanto ela vai se revelando e dando continuidade ao que ela quer - se bem que isso poderia ser melhor explorado pelo diretor, dada a boa atuação de Elsa Zylberstein - enquanto a Simon vai se tornando cada vez mais sem graça, anódino. Nesse sentido, a primeira cena do filme pode representar isso: uma sauna limpa, com corpos seminus esbeltos, porém meramente estéticos, assépticos, como a Rosalie do começo da trama.
Elsa Zylberstein é deslumbrante, o título original é maravilhoso e a trilha sonora iídiche é esplêndida, mas, infelizmente, o roteiro não aproveita muito bem as situações (indefinidas não apenas em seu gênero reativo dominante) e o protagonista é antipático, o que dificulta a adesão emocional requerida pela segunda metade da trama. Mas tem um ou outro bom momento... Quando músicas são executadas, o filme é ótimo! A abordagem religiosa, entretanto, é rasteira e preconceituosa! (WPC>)