Duc de Richleau é um duque francês que está preocupado com o comportamento estranho de seu amigo, Simon. O duque tem toda razão de estar preocupado: a menos que sejam tomadas medidas drásticas, perderá sua alma para Satanás dentro de três dias...
- a dupla Hammer e Christopher Lee não decepciona! - muito bom quando o bichão da cara de bode aparece, pena que foi pouco - faltou só um duelo entre os dois mestres, no estilo do o corvo de 1963 - peidaram deixando terminar com um final feliz, mas as partes macabras são muito boas
Engraçado, pensem comigo: se existe uma receita mais fácil que miojo, é fazer um filme cheio de feitiçaria e satanismo soar pelo menos interessante. As Bodas de Satã (1968) pega essa receita de miojo e entrega uma gosma papada e sem gosto nenhum!
O filme até parece começar com algo que poderia crescer, mas conforme segue pela sua longa estrada, vai se tornando, aos poucos, uma obra totalmente desinteressante. O pior, sem dúvida, é usar Christopher Lee como muleta de explicação e resolução: “Aaah, o bruxão que é o legista de Rocky Horror fez um feitiço… chama o Christopher Lee.” / “Aaah, precisamos entender o que é essa tal coisa aqui… chama o Christopher Lee.” Na real, o título deveria ser: “Christopher Lee e as Bodas de um Satã que só aparece uma vez” (1968).
Estou maratonando os filmes da hammer, e esse foi do jeitinho que gosto, muito bom em vê o lee em outro papel sem ser o Drácula, para ser sincero esse em especial superou minhas expectativas.
Filme acima da média em relação aos realizados do mesmo gênero na década (1950).
Christopher Lee tinha uma elegância especial e funciona perfeitamente no papel do investigador ocasional. A trilha sonora é um destaque muito importante do filme.
- a dupla Hammer e Christopher Lee não decepciona!
- muito bom quando o bichão da cara de bode aparece, pena que foi pouco
- faltou só um duelo entre os dois mestres, no estilo do o corvo de 1963
- peidaram deixando terminar com um final feliz, mas as partes macabras são muito boas
Engraçado, pensem comigo: se existe uma receita mais fácil que miojo, é fazer um filme cheio de feitiçaria e satanismo soar pelo menos interessante. As Bodas de Satã (1968) pega essa receita de miojo e entrega uma gosma papada e sem gosto nenhum!
O filme até parece começar com algo que poderia crescer, mas conforme segue pela sua longa estrada, vai se tornando, aos poucos, uma obra totalmente desinteressante. O pior, sem dúvida, é usar Christopher Lee como muleta de explicação e resolução: “Aaah, o bruxão que é o legista de Rocky Horror fez um feitiço… chama o Christopher Lee.” / “Aaah, precisamos entender o que é essa tal coisa aqui… chama o Christopher Lee.”
Na real, o título deveria ser: “Christopher Lee e as Bodas de um Satã que só aparece uma vez” (1968).
PS:
PIOR FINAL QUE EU JÁ VI NA VIDA. VOLTA NO TEMPO??? KKKKKKKKK ah, vá se fuder.
Hammer nunca decepciona, filmão!!
Estou maratonando os filmes da hammer, e esse foi do jeitinho que gosto, muito bom em vê o lee em outro papel sem ser o Drácula, para ser sincero esse em especial superou minhas expectativas.
Filme acima da média em relação aos realizados do mesmo gênero na década (1950).
Christopher Lee tinha uma elegância especial e funciona perfeitamente no papel do investigador ocasional. A trilha sonora é um destaque muito importante do filme.
Baphomet surgindo no mato e no meio da noite é um dos destaques do filme. Confesso que deu um arrepio...kkk
Deviam ter mais filmes assim hoje em dia. Mais demônios na natureza e menos espíritos em casas velhas.
Quem curte essa temática ocultista vai gostar, mesmo sendo um filme antigo. Vale conferir.