Quando um ônibus escolar passa pelo meio de uma nuvem tóxica, liberada pelo vazamento de uma usina nuclear, as crianças em seu interior são transformadas em espécies de zumbis mutantes, que começam a matar os adultos. O xerife da cidadezinha tenta deter a ameaça, mas como enfrentar o que parecem ser inocentes e inofensivas crianças?
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Pela primeira vez visto hoje(13/05/26) esse obscuro filme do início da década de 80.
A premissa é ótima — uma nuvem radioativa transforma crianças em zumbis —, mas a atuação e a direção prejudicam o filme. As falhas no enredo eram abundantes e muito ficou sem explicação. Definitivamente, poderia ter sido melhor escrito. Tem um “final surpresa”, mas qualquer fã de terror consegue prever isso de longe. Mas como é um filme B típico você não irá esperar tramas profundas e intelectuais ou arcos de personagens complexos, mas o que é oferecido é certamente uma pequena e sombria história.
Filme B bem arrumadinho, com roteiro bem feito e um direção bem decente. A premissa da história é muito bem bolada, ainda que eu ache que poderia se explorar de outra forma. Tipo, não poder abraçar quem tu ama é um negócio que abre muita margem pra desenvolver em termos de história, saca?
Mas me surpreendeu positivamente, confesso.
Bonzinho mas poderia ser melhor!
O filme tem uma boa pegada de tensão, tenta criar um suspense bacana até certo ponto, mas não curti a caracterização das crianças mutantes que não funcionam, poderiam adicionar umas maquiagens grotescas, dar um ar mais monstruoso aos pirralhos, até os ataques deles são lerdos e sem graça, elas andam lentamente e conseguem matar uma penca de gente no filme, zero sentido.
As atuações do filme também são bastante exageradas e tem cenas que os personagens parecem querer forçar nossa paciência com atitudes burras e lerdas.
Mas o filme até que trás uns sustos bacanas, uma boa tensão, pena a direção não ter mergulhado completamente no que deveria ser essencial: o trash. Mas vale uma conferida pra matar a curiosidade.
Nunca tinha visto e é um trash com defeitos, com cenas que dá pra ver o pessoal da equipe técnica manipulando algumas coisas, as atuações são toscas, o roteiro é sem lógica, mas mesmo assim diverte, as mortes são bem feitas, as maquiagens são boas, a ousadia de mostrar cenas com crianças assassinas e sendo mortas é algo que não se vê mais hoje em dia, sendo assim quem gosta ou for fã de trash, exagerados e toscos é uma boa diversão, até melhor que muito filme atual cheio de CGI.
As descobertas são muitas na UNITV e neste recesso de fim de ano tenho assistido inúmeros filmes que jamais iria encontrar em qualquer streeaming. Tal qual este terror camp que tem o clima, a pegada de sexta feira 13, de modo que, Harry Manfredini assina a trilha sonora deste terror e o mais inusitado para mim foi saber que, além de ter usado a mesma trilha sonora acabou sendo este título o pioneiro, uma vez que, este filme estreio bem antes do primeiro 'sexta-feira 13' confirmando que este título foi o primeiro filme empregado a trilha composicional do Jason Voorhees. O ponto de partida tramático aqui é ônibus escolar passa pelo meio de um "fumaça tóxica" que fazem as crianças virarem zumbis (!?). E a lógica de todo o enredo são as crianças matando a comunidade local (inclusive seus familiares). As mortes são iguais cujo crianças pedem abraços e assassinam as pessoas queimando-as. E a forma que eles morrem soaram um tanto ridícula. AS CRIANÇAS, tinha tudo para ser um filme melhor, mais interessante pelo menos, os cenários e locações, no maior estilo camp americano são muito bons, mas o roteiro não ajuda muito e os personagens, como de praxe, nestes filmes slashers são acéfalos. Entretanto, entrei no clima e me diverti.