Cecil B. DeMille reconstitui as batalhas e amores enfrentados pelo Rei Ricardo na terceira Cruzada, no século 12, quando cristãos da Europa Medieval estão planejando uma guerra contra os Sarracenos, que tomaram a cidade sagrada de Jerusalém. A fim de obter suprimentos para seus soldados, o Rei da Inglaterra, Ricardo Coração-de-Leão, é forçado a se casar com uma princesa que nunca conheceu. A princesa é a bela Berengaria. Ele a desposa somente por convenção, com nenhum interesse em realmente torná-la sua rainha - até que a conheça. Os dois logo se envolvem numa gigante batalha pela sobrevivência da cidade sagrada, e também por seu amor.
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Marília Mendonça: Sentimento Louco
Impecável. Começa meia-bomba mas cresce absurdamente, Tanto no drama quanto nas cenas de ação, tudo encaixa , Loretta e Henry, brilham e sua química cativa.
A escolha pela paz redentora é mais um acerto. Amo ser surpreendido positivamente.
--- As Cruzadas (1935) ---
Mesmo não sendo um dos melhores filmes do lendário Cecil B. DeMille, "As Cruzadas" tem valor e interesse, e se nota os grandes cuidados que o diretor/produtor tinha nos filmes com o elenco, as interpretações, os cenários, as cenas de ação, os figurantes, etc.
Drama de aventura histórico da Paramount Pictures em preto e branco indicado ao Oscar de melhor fotografia; no Festival de Cinema de Veneza, foi nomeado ao prêmio Mussolini Cup de melhor filme estrangeiro.Talvez o menos popular dos épicos do diretor.
Loretta Young (1913-2000) manteve em segredo que estava grávida de 3 meses de sua filha Judy Lewis durante as filmagens. Um relato de jornal contemporâneo relatou que o departamento de pesquisa de Cecil B. DeMille (1881-1959) compilou "algo como 475 livros" sobre as Cruzadas e a vida medieval. A produção teve que filmar em torno de Henry Wilcoxon (1905-1984) por cerca de uma semana quando ele ficou doente. DeMille deu o papel da princesa Alice da França para sua filha Katherine DeMille (1911-1995) como presente de Natal.
Uma maravilha com a grandeza do espetáculo e algumas das tomadas magistralmente compostas. "As Cruzadas" desconsidera a história real para dar matéria a uma parábola de tamanha beleza e força moral que só podemos desejar que a história tivesse acontecido assim, com ação, ritmo e brilho. O épico impreciso da era medieval nas Santas Cruzadas é pura bobagem de Hollywood segundo boa parte da crítica, mas é um espetáculo imensamente divertido.
Um filme de seu tempo. Cecil era o mestre em conduzir produções grandiosas com cenários de tirar o fôlego e uma quantidade absurda de extras para enchê-los.
Vejam a relíquia que consegui. Estreou em em 1935.