Gêmeas vão viver com o tio, num vilarejo, no qual à noite são vistas figuras femininas vagando. Os aldeões acreditam que o responsável por tudo é o Conde Karnstein, que mora num castelo. Mas elas acabam aproximando-se do castelo, a despeito da proibição do tio.
Revisto em 10/2025, ótimo filme da trilogia Karnstein, o clima e a atmosfera do filme é muito boa, as saudosas gêmeas Madeleine Collinson e Mary Collinson, eram muito lindas, mas caricatas como atrizes, Peter Cushing mesmo que em um papel menor de um Fanático Religioso é um ator lendário, um filme com aquele estilo clássico da Hammer, merece ser conhecido ou revisto por fãs.
- a rutinha e a raquel nas versões vampiristicas
- filme do universo da familia Karnstein, não tem muito do original, fora o nome da familia usado e alguns atores repetidos
- tem uma boa critica sobre a religião, como ela é usada para cometer atrocidades
Descontando o título nacional que não há conexão com a estória, os filmes da Hammer como costumeiros são um deleite aos fãs do terror gótico. A fotografia, as cores, a direção de arte tudo é requintado. E Peter Cushing novamente abrilhantando mais uma excelente produção da Hammer como o matador de bruxas. O elenco e as atuações são boas e a direção é segura. Me envolvi deveras com a sensualidade contida no roteiro. Prazeroso por demais assistir aos filmes da Hammer.
Muito sangue, sensualidade e todo o clima gótico da fase áurea da Hammer, um excelente exemplar de filme de vampiro, o título nacional tem nada haver.
Mais um bom filme da Hammer. As gêmeas estão bem mas é Peter Cushing que tem a melhor atuação, como sempre ótimo. O filme tem boa ambientação, e é bem violento. Também tem um pouco de erotismo. O clímax é ótimo.