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O detetive Jorge França é o encarregado de desvendar uma série de crimes que acontecem no bairro carioca de Copacabana.
Um serial killer está matando, por estrangulamento, mulheres das mais diferentes classes sociais. Todas elas têm em comum o fato de terem anunciado a venda de um vestido de noiva e estarem vestidas como noivas no momento do crime.
O detetive, que passa por um momento de crise em seu próprio casamento, conta com a ajuda de Leiloca, com quem está emocionalmente envolvido, para desvendar o mistério.
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(-) Atores não tão bons, cenas contraditórias, furos no roteiro.
(+) Diversão garantida! Acompanhar a trama na visão das vítimas, do próprio seria killer e até mesmo da polícia dá um ar sofisticado à série. Não seja tão crítico. Só se joga nessa série com ar de novelinha. Devorei os episódios. Vale a pena.
Lançada em junho de 1992, a minissérie As Noivas de Copacabana deixou uma marca indelével na memória de seus espectadores. Produzida pela TV Globo e roteirizada por Dias Gomes, com contribuições de Ferreira Gullar e Marcílio Moraes, a produção contou com a direção de Maurício e Mauro Farias, além da direção geral de Roberto Farias, formando uma equipe que elevou o padrão de qualidade da obra a níveis raramente vistos até então na televisão brasileira.
Com apenas 16 episódios, a narrativa explorava um universo repleto de suspense, terror e mistério, centrando-se na história de um assassino que exterminava mulheres vestidas de noiva pelas ruas do bairro de Copacabana. Uma proposta audaciosa para o começo dos anos 90, marcada por cenas de violência psicológica e um clima de tensão constante. Os diálogos eram afiados, o ritmo da trama envolvia o público do início ao fim e a ambientação sombria criava uma atmosfera que prendia a atenção de todos.
O elenco de peso contava com nomes renomados como Patricia Pillar, Christiane Torloni, Tássia Camargo, Ana Beatriz Nogueira, Hugo Carvana e Reginaldo Faria. No entanto, o destaque maior ficou por conta de Miguel Falabella, que entregou uma interpretação memorável, carregada de intensidade e força. Normalmente conhecido por trabalhos mais leves e cômicos, ele surpreendeu ao interpretar um personagem complexo, que transitava entre o sedutor e o assustador, uma atuação que marcou uma virada em sua carreira artística.
As Noivas de Copacabana é considerada um marco na dramaturgia brasileira: uma produção de roteiro refinado, direção elegante e interpretações marcantes. Embora hoje seja uma obra menos lembrada, sua influência permanece viva na memória daqueles que acompanharam na época, por sua narrativa densa, provocativa e por uma das melhores performances de Miguel Falabella na televisão.
Viq uando criança, vi uns anos atrás e revi na integra. Uma das melhores feitas da Globo. Talvez o saudosimo ajude um pouco.
Trama de psicopata seguindo a cartilha do gênero com maestria. As expressões do Falabella são de gelar o sangue
O elenco de apoio, só a nata da teledramaturgia brasileira, muito bom.
Já os principais...Miguel Falabella sempre que ficava com raiva eu esperava ele incorporar o Caco Antibes, do Sai de Baixo tamanha as caretas que ele fazia kkkkk. E Patricia Pillar, lindíssima, mas em uma personagem bem burrinha.
Apesar de alguns furos, foi uma ótima série