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Relata a história de três jovens, conhecidas como as "Três Marias", e amigas desde os tempos de colégio na Suíça. O reencontro das três põe a prova essa amizade quando elas se envolvem com os problemas uma das outras. Paralelamente, corre a investigação sobre a morte misteriosa de Teresa, outra amiga de colégio das três jovens
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Sei que é deveras injusto julgar uma novela apenas por seis capítulos, mas lendo sobre a produção e analisando o material existente, tudo soou muito fraco e esquecível. Parece que Maitê Proença deu piti, se desentendeu com a produção e teve uma certa inimizade com Glória Pires. Nádia Lippi ficou do lado da Glória e Maitê ficou isolada, tanto nos bastidores como na história. Achei a amizade das personagens meio insossa e os recursos para salvar a audiência (como o Quem Matou) sem pé nem cabeça. Outra questão também é o fato da novela não ter quase nada a ver com o romance de Rachel de Queiroz que a inspirou (não à toa a escritora detestou a "adaptação").
Mas eu entendo por que muita gente gostou e lembra com carinho dessa trama. Era uma novela solar e leve, que com certeza marcou a infância e juventude de muitas pessoas, numa época mais simples e com menos opções de entretenimento.
Um grande ponto positivo: a novela foi corajosa, em pleno início da década de 80, em falar de suicídio e aborto, temas que hoje em dia continuam tabus e são frequentemente evitados.
Aleatório: Nádia Lippi estava a cara da Isabelle Adjani.