Uma mulher que sofre de AIDS decide não se render à doença fatal. Ela se esforça muito para tentar se recuperar ou para ajudar aqueles que sofrem da mesma doença, dando-lhes raios de esperança.
Talvez por ser uma produção 100% egípcia se sem grandes pretensões de atingir o público de fora do país, não temos aqui um filme denuncia que tenta confrontar a cultura local (lembrando que o Egito é um país de maioria muçulmana) e trazer uma reflexão muito aprofundada sobre o HIV (problema seríssimo em alguns países africanos como o Egito), ele basicamente conta a história mais ou menos do jeito que aconteceu sem muita intensão de manipular os sentimentos do espectador. O resultado final não é nada grandioso, mas acho que tem seu impacto em pessoas mais ponderadas. Em mim, que sou brasileiro, ficou um sentimento de melancolia, no fim é uma história muito triste dessas que a gente sabe que acontece, mas não pode fazer muita coisa sobre. Recomendo com ressalvas.
Talvez por ser uma produção 100% egípcia se sem grandes pretensões de atingir o público de fora do país, não temos aqui um filme denuncia que tenta confrontar a cultura local (lembrando que o Egito é um país de maioria muçulmana) e trazer uma reflexão muito aprofundada sobre o HIV (problema seríssimo em alguns países africanos como o Egito), ele basicamente conta a história mais ou menos do jeito que aconteceu sem muita intensão de manipular os sentimentos do espectador. O resultado final não é nada grandioso, mas acho que tem seu impacto em pessoas mais ponderadas. Em mim, que sou brasileiro, ficou um sentimento de melancolia, no fim é uma história muito triste dessas que a gente sabe que acontece, mas não pode fazer muita coisa sobre. Recomendo com ressalvas.