Abe Reles (Falk) and Bug Workman (Warren Finnerty), two killers from Brooklyn's Brownsville district, meet in the Garment District to meet with Louis "Lepke" Buchalter, kingpin of an organized crime mob, who hires them as the syndicate's hit men.
Their first job is to kill Walter Sage, a Catskill resort owner who has been holding back slot machine profits from Lepke. To get close to Sage, Reles forces singer Joey Collins (Stuart Whitman), an old crony of Sage who owes Reles money, to help him. Reles and his henchman kill Sage. Reles visits Joey and threatens to kill him and his dancer wife Eadie (May Britt) if they tell anyone about the murder. Eadie throws Reles out. Reles later returns to the apartment when Joey is gone and brutally rapes her. Despite her urging Joey refuses to run away, and this causes him and Eadie to split up.
Reles continues to carry out assassinations at Lepke's direction. Reles reconciles with the couple by giving them a luxurious apartment filled with stolen goods. Under police pressure, Lepke hides out from the police at Joey and Eadie's new apartment. He treats Eadie like a maid.
District Attorney Burton Turkus (Henry Morgan) takes over the law enforcement campaign against Murder, Inc., enlisting local Brownsville police detective Tobin (Simon Oakland). Lepke orders the death of the entire Brownsville gang as well as Joey and Eadie. Eadie visits Turkus and becomes an informant, as does Joey. He then confronts Reles, who has been arrested, in his cell, and threatens to testify against him. In fear of that, Reles agrees to testify against Lepke in exchange for reduced charges. He provides a detailed account of the activities of Murder, Inc.
Turkus puts Joey and Reles in protective custody and hides them at the Half Moon Hotel in Coney Island. Eadie comes to visit Joey and is murdered nearby. Later that night, Reles is thrown out the window by an assassin. Joey avenges his wife's death by testifying against Lepke, who is executed.
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Dramatização competente da história real da 'Assassinos Limitada', o lendário esquadrão da morte da máfia americana dos anos 30. No elenco competente, destaque para o jovem Peter Falk, em uma performance asquerosa como Reles, o chefe do grupo, com direito a uma ousada (para a época) e chocante cena onde estupra a bela May Britt.
Retrata o sindicato do crime muito bem e o que viria a se tornar a Cosa Nostra mais pra frente. Inspirado em fatos e personagens reais. Peter Falk rouba a cena em suas aparições, tanto que ganhou um seriado como ator principal após isso.
Drama policial indicado ao Oscar de melhor ator coadjuvante, Peter Falk (1927-2011); no Globo de Ouro, foi nomeado a melhor revelação masculina, Peter Falk. Brooklyn, cidade das igrejas, meados dos anos 30. O filme narra a história real da ascensão e queda do sindicato do crime organizado, conhecido como Murder, Inc.(ou Assassinato S.A.), com foco no poderoso chefe Louis "Lepke" Buchalter e o violento assassino Abe Reles, que foi creditado ter cometido trinta assassinatos, para o qual ele nunca foi processado. Joey Collins, um jovem cantor, e sua namorada Eadie, uma dançarina, vêem-se envolvidos com o lado podre da cidade quando Joey toma dinheiro emprestado do capcioso e repulsivo Abe Reles, que trabalha para um sindicato do crime.
Um filme mais altamente ficcional sobre os mesmos eventos básicos, Um preço para cada crime (51), estrelado por Humphrey Bogart, foi lançado no Reino Unido com o mesmo título "Murder, Inc". A atriz Sylvia Miles fez sua estréia numa pequena participação. Foi o 2° de 3 filmes em que a famosa jazzista Sarah Vaughan (1924-1990) apareceu. A bela atriz sueca May Britt chama a atenção em sua performance ao lado de Stuart Whitman, atualmente com 90 anos. Também foi a estréia no cinema do diretor Stuart Rosenberg (1927-2007), mais acostumado a dirigir episódios de seriados, ao lado de Burt Balaban (1922-1965), que só dirigiu 6 filmes, e era irmão adotivo do ator Anthony Franciosa (1928-2006). Enfim, é um bom filme de gângsteres, em estilo noir, boa fotografia em preto e branco, ação constante e atuações bem convincentes.
Mostra um retrato bem cru do que era o sindicato do crime, filmaço que eu me arrependi de demorar tanto a ver! Recomendo
Uma verdadeira obra prima, seu único defeito é perder um pouco o ritmo em alguns momentos, de resto é espetacular. Peter Falk é praticamente o pai de Joe Pesci nos filmes do Scorsese, tinha horas que parecia que eu estava vendo algum filme perdido do Scorsese com o Pesci. Gostei muito, uma pena este filme ser desconhecido do grande público. Qualquer pessoa fã de filme de gângster e principalmente do Scorsese vai curtir este filme.
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