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Data de lançamento
12 Março 2011Duração
Sam (Jodie Whittaker) estava prestes a ser assaltada quando uma bola de fogo cai do céu e destrói um carro. Assustada, ela foge do local e se depara com um ser estranho, que surge dos destroços e ataca Moses (John Boyega), o líder da gangue local, formada por adolescentes. Para se vingar, Moses e seu bando matam a criatura e a levam para o edifício que eles usam como quartel general do crime, chefiado pelo cruel gangstêr Hi-Hatz (Jumayn Hunter). Mais tarde, quando Sam está ajudando os policiais na busca dos bandidos que tentaram assaltá-la, luzes estranhas surgem no céu, anunciando a chegada de um segundo ataque alienígena. Sem ter para onde fugir, Sam se une a Moses e toda a gangue para salvar suas vidas e proteger o prédio onde vivem.
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Feito com o dinheiro de um pão de queijo e um pingado.
Da pro gasto de uma distração rápida.
Se ignorar os efeitos especiais ridículos até que o filme é divertido. Odiei vários personagens, mas amei alguns kk
um filme bem sessão da tarde para um publico infantil, mas não é ruim não, eu curti até, historia legal.
O que você faria se trombadinhas armados de fogos de artifício e espadas de samurai fossem a última linha de defesa contra uma invasão alienígena? Pois é. Attack the Block (2011) pega essa ideia absurda, mistura com humor britânico e ação de rua, e o resultado é uma pérola da ficção científica que ninguém esperava, mas todo mundo precisava.
A história começa quando um grupo de adolescentes delinquentes rouba uma enfermeira no meio da noite. Até aí, nada de novo. Mas, no instante seguinte, algo cai do céu e se espatifa em um carro. Do que se trata? Um alienígena. E o líder da gangue, Moses (John Boyega, em um papel que já mostrava seu talento), decide que o mais lógico a fazer é matá-lo. Problema resolvido, certo? Errado. Porque logo depois, uma horda de criaturas monstruosas e brilhantes — literalmente, com dentes de neon — começa a descer do espaço com sede de vingança. Agora, os meninos do bloco terão que enfrentar não só os ETs, mas também um traficante psicopata que quer ver Moses morto e, claro, a própria polícia.
O charme do filme está justamente na forma como ele lida com esse caos. É uma história de sobrevivência, mas temperada com humor ácido e um toque de comentário social. Os meninos não são mocinhos exemplares — eles são criminosos juvenis, falam gírias de rua, fazem besteira o tempo todo. Mas, no meio dessa desgraça intergaláctica, é impossível não torcer por eles. A relação deles com a enfermeira assaltada (Jodie Whittaker) é hilária: depois do roubo, eles acabam tendo que se esconder no apartamento dela, enquanto eles tentam convencê-la de que “não foi nada demais”.
O elenco de coadjuvantes é um espetáculo à parte. Tem os dois pivetes que querem entrar para a gangue e saem soltando frases de efeito como se fossem protagonistas de um filme de ação. Outro grande acerto está nos alienígenas. Nada de designs genéricos: aqui, eles são grandes sombras peludas com olhos e dentes que brilham no escuro, um conceito visual tão simples quanto eficaz. E a forma como os garotos enfrentam essas criaturas é um show à parte — fogos de artifício, espadas de samurai improvisadas. Faltou um pouco daquele espírito Esqueceram de Mim, com armadilhas criativas espalhadas pelo prédio, mas o filme compensa isso com sequências de ação frenéticas e uma trilha sonora pulsante.
No fim, Attack the Block entrega uma invasão alienígena altamente divertida. E, acima de tudo, ele nos lembra de uma lição importante: nunca subestime um grupo de moleques da quebrada. Principalmente se eles tiverem fogos de artifício.