Compartilhe "Através de um Espelho" com seus amigos:
Link copiado para a área de transferência!
Outros títulos
Through a Glass Darkly - Estados Unidos da América
Em Busca da Verdade - Portugal
Sinopse
Harriet Andersson é a frágil Karin que, afetada por crises de loucura, entra em conflito com seus familiares durante as férias de verão numa ilha distante. Um drama psicológico intenso em que Bergman disseca o processo de degradação de uma família.
De todos os personagens do filme, queria ser como o Martin. Além de ser o único cabeça fria do filme, ele amava de verdade a Karin e não enchia o saco dela com cobranças.
- caraca! bergman era foda demais mesmo, não tem jeito é outro nível. direção espetacular - os diálogos aqui são simplesmente maravilhosos! de uma profundidade ímpar! - pai ausente, problemas mentais e as consequências de não saber lidar com elas e com o abandono - começa com uma familia aparentemente normal se divertindo, mas quanto mais vamos conhecendo sobre eles, mais as aparências vão ruindo - genial como bergman entrelaça a religiosidade, psicologia e os relacionamentos familiares no roteiro - ótima fotografia e o posicionamento de câmera é um personagem a parte, principalmente quando estamos no ponto de vista da karin- caraca! bergman era foda demais mesmo, não tem jeito é outro nível. direção espetacular - os diálogos aqui são simplesmente maravilhosos! de uma profundidade ímpar! - pai ausente, problemas mentais e as consequências de não saber lidar com elas e com o abandono - começa com uma familia aparentemente normal se divertindo, mas quanto mais vamos conhecendo sobre eles, mais as aparências vão ruindo - genial como bergman entrelaça a religiosidade, psicologia e os relacionamentos familiares no roteiro - ótima fotografia e o posicionamento de câmera é um personagem a parte, principalmente quando estamos no ponto de vista da karin
Início da trilogia do silêncio do Bergman, vencedor do Oscar de Melhor Filme estrangeiro, como de costume o diretor aborda questões sobre religião e fé, somados a diálogos de psicanálise por causa da esquizofrenia da Karin, a falta de comunicação familiar é nítida e o trauma ta perda da mãe o gatilho que desestruturou tudo.
Mais um do mestre Ingmar Bergman para o currículo. Tive a oportunidade de assistir na telona, numa amostra no cinema da UFBA. Adorei, o silêncio é realmente um personagem nesse filme. Mais uma vez Bergman trata de temas delicados como, traumas, culpa, paternidade, tudo em um ambiente extremamente claustrofóbico e melancólico.
De todos os personagens do filme, queria ser como o Martin. Além de ser o único cabeça fria do filme, ele amava de verdade a Karin e não enchia o saco dela com cobranças.
- caraca! bergman era foda demais mesmo, não tem jeito é outro nível. direção espetacular
- os diálogos aqui são simplesmente maravilhosos! de uma profundidade ímpar!
- pai ausente, problemas mentais e as consequências de não saber lidar com elas e com o abandono
- começa com uma familia aparentemente normal se divertindo, mas quanto mais vamos conhecendo sobre eles, mais as aparências vão ruindo
- genial como bergman entrelaça a religiosidade, psicologia e os relacionamentos familiares no roteiro
- ótima fotografia e o posicionamento de câmera é um personagem a parte, principalmente quando estamos no ponto de vista da karin- caraca! bergman era foda demais mesmo, não tem jeito é outro nível. direção espetacular
- os diálogos aqui são simplesmente maravilhosos! de uma profundidade ímpar!
- pai ausente, problemas mentais e as consequências de não saber lidar com elas e com o abandono
- começa com uma familia aparentemente normal se divertindo, mas quanto mais vamos conhecendo sobre eles, mais as aparências vão ruindo
- genial como bergman entrelaça a religiosidade, psicologia e os relacionamentos familiares no roteiro
- ótima fotografia e o posicionamento de câmera é um personagem a parte, principalmente quando estamos no ponto de vista da karin
Início da trilogia do silêncio do Bergman, vencedor do Oscar de Melhor Filme estrangeiro, como de costume o diretor aborda questões sobre religião e fé, somados a diálogos de psicanálise por causa da esquizofrenia da Karin, a falta de comunicação familiar é nítida e o trauma ta perda da mãe o gatilho que desestruturou tudo.
"É tão horrível ver sua própria confusão e conseguir entendê-la."
Mais um do mestre Ingmar Bergman para o currículo.
Tive a oportunidade de assistir na telona, numa amostra no cinema da UFBA. Adorei, o silêncio é realmente um personagem nesse filme. Mais uma vez Bergman trata de temas delicados como, traumas, culpa, paternidade, tudo em um ambiente extremamente claustrofóbico e melancólico.