É um dos primeiros filmes de faroeste no qual o racismo é o ponto de inflexão. Um oficial negro é acusado do assassinato do comandante e de sua filha e tenta provar inocência mesmo após ser perseguido.
"Audazes e Malditos", de 1960, é um dos melhores westerns de John Ford, valorizado por um elenco afiadíssimo e primazia de qualidade. Jeffrey Hunter e Constance Towers entregam ótimas atuações, mas quem rouba a cena é Woody Strode, num desempenho espetacular e magistral.
Destaque para a belíssima fotografia, impecável ambientação das filmagens e primorosa trilha sonora. Um clássico para se ter na coleção. Filmaço!
Por estas bandas, já no meu 31°John Ford , esperaria por filmes naturalmente mais frágeis, mas que nada. Como Ford sabia contar uma história com tudo que era preciso, não? este é um drama racial de tribunal misturado com western , com comédia, até com um pouco de romance inclusive. Dentro de um universo bastante exagerado, este é um dos belos exemplares de como o cinema pode tratar com honestidade a questão do preconceito racial.
Um faroeste bem diferente. pois seu foco é o julgamento do sargento. Julgamento este promovido pela casta branca do exército e, como sempre, impregnado de muito racismo.
Disponível no Prime Vídeo (Locke).
"Audazes e Malditos", de 1960, é um dos melhores westerns de John Ford, valorizado por um elenco afiadíssimo e primazia de qualidade. Jeffrey Hunter e Constance Towers entregam ótimas atuações, mas quem rouba a cena é Woody Strode, num desempenho espetacular e magistral.
Destaque para a belíssima fotografia, impecável ambientação das filmagens e primorosa trilha sonora. Um clássico para se ter na coleção. Filmaço!
Assisti em 19/10/1979, com nota geral de 7,3/10.
Por estas bandas, já no meu 31°John Ford , esperaria por filmes naturalmente mais frágeis, mas que nada. Como Ford sabia contar uma história com tudo que era preciso, não? este é um drama racial de tribunal misturado com western , com comédia, até com um pouco de romance inclusive. Dentro de um universo bastante exagerado, este é um dos belos exemplares de como o cinema pode tratar com honestidade a questão do preconceito racial.
Um faroeste bem diferente. pois seu foco é o julgamento do sargento. Julgamento este promovido pela casta branca do exército e, como sempre, impregnado de muito racismo.
Depois de 20 anos revi hoje esse muito bom faroeste do mestre Ford!
Hunter está muito bem, e Strode ótimo!