Em 1948, Edith Piaf oferece sua primeira câmera para Charles Aznavour. Ele filma sua vida e a vive enquanto filma. Onde quer que ele vá, sua câmera está lá, com ele, registrando tudo. Os momentos da vida, os lugares pelos quais ele passa, seus amigos, seus amores, seu tédio.
Poucos meses antes de seu desaparecimento, ele decide fazer um filme, seu filme. "Le Regard de Charles" [O Olhar de Charles]: o jornal filmado de uma lenda do mundo.
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Muito boa a narração do Romain Duris, encarnando a voz do grande menestrel armênio-francês. A montagem é muito boa, mas frustrei-me com o não-aproveitamento da cronologia dos eventos, o que deveria ser essencial num relato de memórias. Seja como for, uma vida bem vivida e muito bonita, cerca por personalidades importantes e pessoas queridas. Não sabia que o cantor tinha um filho que morreu tão jovem. E a inserção das canções, como videoclipes, em meio às auto-filmagens foi um bom estratagema! (WPC>)
Gostei muito! Delicado, lindo, poético, tocante! Chorei em algumas partes.