Millicent está tirando um semestre de seus estudos para se concentrar em sua tese sobre crianças com alergias graves, o que a torna a pessoa perfeita para cuidar do pequeno Johnny, uma criança doente e muda que sofre de todas as alergias possíveis e imagináveis, de níquel a tecido artificial.
Sua mãe autoritária, Rebecca, é uma autora talentosa que está focada no lançamento de seu último livro, enquanto seu pai insatisfeito, Jacob, passa dias suado e sem camisa trabalhando em um projeto de carpintaria no quintal.
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Marília Mendonça: Sentimento Louco
Assisti só por curiosidade. É a mesma história de sempre, mas com um ritmo lento, parado e monótono. As alucinações da babá causadas pelas drogas são totalmente desnecessárias e tiram o foco da trama.
O filme vale pela bela atriz Morgan Saylor, que eu não conhecia. Ela interpreta a babá protagonista. No começo, a personagem é esquisita e estranha, mas também bonita. Porém, ela não é tão sensual quanto o título brasileiro sugere, e a nudez, infelizmente, não foi explícita como deveria.
O conceito de psicopatas encontrando outros psicopatas é interessante, mas a trama não soube aproveitar isso de forma eficaz. O final é completamente ridículo, e o fato de não ter polícia depois de tudo o que aconteceu durante o filme me incomodou bastante. Essa foi a estreia da diretora Mercedes Bryce Morgan. Um suspense mediano.
Interessante a ideia inicial, nada original mas bem interessante porem a execução foi muito caricata impedindo qualquer tipo de conexão com o filme pra mim.
No final lele recuperou e ganhou meia estrela pela ousadia
Sempre me incomodo com traduções (se é que podemos classificar essa intervenção nesses termos) de títulos que deformam o conjunto do trabalho alheio. Não raro, o título traz um trocadilho que dificilmente pode ser traduzido. Nesse caso entendo, fica mais complicado respeitar a intenção original. Mas, na maioria, o título é um cartão de apresentação, pode trazer embutido uma pequena deixa para se contextualizar a trama, uma referência a outra obra ou a um evento histórico... ou até mesmo a deixa para desvendar algo que não está óbvio.
Lá nos anos 80, 90, lançamentos eram escaços e os cinemas disputavam os pagadores de ingresso. Daí veio a disputa por qual título atrairia mais interessados. A fórmula era simples: um substantivo + um adjetivo ou uma locução adjetivo (mais raro, neste últimocaso, pois exige um pouco mais de lastro gramatical, hehe). Porra, hoje temos uma penca de filmes novos por semana, por dia, e a escolha não mais disputada pelos cartazes nas salas de cinema. Já deu, né? Vamos rever esse comportamento e respeitar o empenho da equipe que produziu o filme.
Esse pequeno preâmbulo para comentar que "Babá Sensual e Perigosa" é o mais medonho dos atentados à dignidade humana desde "Cada um Tem a Gêmea que Merece". Em sinal de protesto, não vou assistir. Porra, qual a dificulda em "Colher de Açúcar" ou "Colherada de Áçúcar". Ou deixa como está, pois, como disse, nesse caso é uma referência à Mary Poppins.
Bizarro como a viagem de LSD da tal Babá. Tem um ou outro momento razoável.
Enquanto alguns validam o filme pelo final/plot Twist, eu vejo o contrário: Um filme com potencial (as cenas lombrasticas chamam atenção) , duas protagonistas (a mãe e a babá) que cumprem o papel que receberam, mas o final deixa um caminho aberto para as perguntas e esse não é o tema do filme.
Não é mistério, não é suspense, é terror (vc não vai encontrar nada de terror) Então todo aquela tentativa de infligir terror da errado:
não assusta, não desenvolve e no final descobrimos que o terror está em outro assunto (não é óbvio mas também não da pra descartar a possibilidade)