Dirigido por
Data de lançamento
15 Dez. 1939Duração
Balalaika é um romance de 1939 de cinema musical americano baseado na peça teatral de Londres de 1936, musical de mesmo nome. Produzido por Lawrence Weingarten e dirigido por Reinhold Schunzel, foi estrelado por Nelson Eddy e Ilona Massey.
O filme acompanha o romance de Peter Karagin, capitão cossaco da Guarda do Czar que se passa por um pobre estudante para conquistar o coração de uma cantora de boate (e bolchevista) Lydia Pavlovna Marakova, os quais se apaixonam na véspera da Primeira Guerra Mundial, são separados pela guerra e pela ideologia, e vão se reencontrar em 1920 em Paris.
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Musical romântico em preto e branco da MGM indicado ao Oscar de melhor mixagem de som. O filme foi baseado no musical teatral londrino de 1936 de mesmo nome, de Eric Maschwitz (1901-1969). A história romântica tem como cenário de fundo os últimos dias do Império Russo, a Revolução de 1917 e o exílio da aristocracia russa no exterior.
Foi o antepenúltimo filme como diretor do alemão Reinhold Schünzel (1886-1954), que também era ator e roteirista. Destaques para o casal central Nelson Eddy (1901-1967) e a triz e cantora na vida real austro-húngara Ilona Massey (1910-1974), que fez sucesso nos cassinos brasileiros e teve uma carreira razoável.
A ação se passa na Rússia Imperial, na véspera da Primeira Guerra Mundial. 'Balalaika' era o nome do restaurante que o pessoal frequentava. Os espectadores que gostam de operetas devem aproveitar este filme, pois, além da boa música clássica e típicas canções soviéticas, ele tem comédia e romance, e foi produzido com riqueza de detalhes.
Nelson Eddy era um ator bem chato e o que salvava mesmo era a presença da Jeannete McDonald nos filmes com ele. Só que dessa vez ela não está aqui e quem entra no lugar de mocinha-romântica-cantora é Illona Massey, bela porém não muito interessante como atriz. É muito mecânica e o sotaque dela, por ser húngara, é bem forte. Passei metade do filme reparando na forma como ela pronunciava de maneira mecânica as falas de sua personagem.
A história é até boa e poderia ser bem desenvolvida, só que isso em um musical hollywoodiano da década de 30 é pedir muito e ninguém realmente assiste esse estilo de filme buscando algo muito profundo e intelectual. Então tudo fica pela metade,inclusive as insinuações sexuais do roteiro que são bem diretas e não sei como passou pelos censores, os números musicais são bons em sua maioria, a cantoria é no mesmo estilo dos outros musicais da época, as atuações canastronas, o roteiro confuso e o final de caráter duvidoso. Se eu pudesse definir esse filme com uma palavra eu diria: esquecível.
Ah, engraçado ver Balalaika como um título de filme e não a vodka.