É um spin-off da série Bosch que eu não vi, então não tenho como comparar. O roteiro é genérico e desinteressante, e o ritmo é monótono. Vale pela atuação e beleza da Maggie Q, que carrega a produção nas costas. Uma série mediana e dispensável da Amazon.
Especialmente nos episódios finais, acontecimentos importantes da narrativa são jogados para o espectador cena após cena, o que transmite a impressão que o roteirista apenas quer dar o check nos itens de uma lista para chegar logo ao final da temporada, sem a devida construção.
BALLARD - CRIMES SEM RESPOSTAS é um "spin-off" da série BOSCH. Maggie Q é Renee Ballard, investigadora que trabalha na polícia de Los Angeles que, após descortinar uma rede interna de corrupção, foi tirada de cena e jogada para um setor que seria liderado por ela mesma, que cuidaria de casos arquivados e não resolvidos. Ela monta uma equipe com meia dúzia de gatos pingados, rejeitados de outros setores do Departamento e vai à luta. Só para registrar, quase ninguém gosta dela na Delegacia onde ela trabalha. Uma série bem feita, bem produzida e com um bom roteiro. Interessante foi rever o investigador Harry Bosch (Titus Welliver) que dá uma super força para Ballard em uma delicada situação. Está em exibição na PRIME e tem 8 episódios. Vale conferir.
A construção da tensão e dos elementos de investigação vão, a cada episódio, numa crescente impressionante pelo menos até o capítulo 6, onde há um ataque mais visceral, provando que a série se sai melhor no suspense do que na ação. Com um roteiro bem escrito e que sabe aonde quer chegar, o final ainda dá muito pano pra manga para uma continuação, o que só reforça o quanto foi muito bom conviver naquele ambiente. Fiquei feliz também que não idiotizaram os personagens (como por exemplo, a estagiária), preservando a falta de experiência sem torná-los burros, conferindo maior peso ao que se via em tela, cuja pirotecnia aqui dará lugar a algo mais cru e real, e por isso mesmo num nível de tensão espantosamente natural (embora tenha achado o derradeiro capítulo e o confronto final muito aquém do que poderia ter sido, mas ainda assim funcional a essa proposta mais crua).
Gostei, poderia ter uma segunda temporada.
É um spin-off da série Bosch que eu não vi, então não tenho como comparar. O roteiro é genérico e desinteressante, e o ritmo é monótono. Vale pela atuação e beleza da Maggie Q, que carrega a produção nas costas. Uma série mediana e dispensável da Amazon.
Especialmente nos episódios finais, acontecimentos importantes da narrativa são jogados para o espectador cena após cena, o que transmite a impressão que o roteirista apenas quer dar o check nos itens de uma lista para chegar logo ao final da temporada, sem a devida construção.
BALLARD - CRIMES SEM RESPOSTAS é um "spin-off" da série BOSCH. Maggie Q é Renee Ballard, investigadora que trabalha na polícia de Los Angeles que, após descortinar uma rede interna de corrupção, foi tirada de cena e jogada para um setor que seria liderado por ela mesma, que cuidaria de casos arquivados e não resolvidos. Ela monta uma equipe com meia dúzia de gatos pingados, rejeitados de outros setores do Departamento e vai à luta. Só para registrar, quase ninguém gosta dela na Delegacia onde ela trabalha. Uma série bem feita, bem produzida e com um bom roteiro. Interessante foi rever o investigador Harry Bosch (Titus Welliver) que dá uma super força para Ballard em uma delicada situação. Está em exibição na PRIME e tem 8 episódios. Vale conferir.
A construção da tensão e dos elementos de investigação vão, a cada episódio, numa crescente impressionante pelo menos até o capítulo 6, onde há um ataque mais visceral, provando que a série se sai melhor no suspense do que na ação. Com um roteiro bem escrito e que sabe aonde quer chegar, o final ainda dá muito pano pra manga para uma continuação, o que só reforça o quanto foi muito bom conviver naquele ambiente. Fiquei feliz também que não idiotizaram os personagens (como por exemplo, a estagiária), preservando a falta de experiência sem torná-los burros, conferindo maior peso ao que se via em tela, cuja pirotecnia aqui dará lugar a algo mais cru e real, e por isso mesmo num nível de tensão espantosamente natural (embora tenha achado o derradeiro capítulo e o confronto final muito aquém do que poderia ter sido, mas ainda assim funcional a essa proposta mais crua).