Vários assassinatos acontecem numa paradisíaca baía, começando pela condessa Donati, a proprietária do local. Jovens adolescentes com os hormônios em ebulição, moradores das redondezas e herdeiros daquela propriedade - todos parecem tornar-se vítimas de um assassino misterioso, embora a cada momento mais de uma pessoa tenha motivos para matar seus semelhantes.
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Revisitando, continuo achando um dos melhores do Bava, considerado o pai de "Sexta feira 13", Bay of Blood foi um filme importante que serviu de base para muitos slashers americanos que conhecemos hoje em dia...
A trama é ousada, repleta de humor negro, violência gratuita, cenas brutais, o interessante é que ninguém dentro da trama foi ou é inocente, existe uma ambiguidade na estória que com certeza foi feita de forma proposital...
Mario Bava não economiza em desafiar seu público, prega várias peças no espectador, nos conduz a irmos em caminhos erráticos e lança aquela pedrada que é aquele final...
O final inusitado é um dos melhores da história!
Revisitado em 09.08.2026
Mestre Bava resolveu dar uma "resposta" aos seu pupilos dentro do estilo Giallo e o resultado foi um filme que extrapolou todos os limites de sangue e Gore vistos até então , numa trama envolvendo uma cobiçada herança onde ninguém é confiável. Tanto que foi esse filme a grande inspiração para o primeiro SEXTA-FEIRA 13 e de tabela , prá todo subgênero Slasher. Final irônico fechando com chave de ouro.
eu achei tão bobo... eu achei tão sem graça...
perda de tempo
Reconheço a sua influência no subgênero slasher, mas este é um dos piores de terror do Bava. Levei três noites para concluí-lo. O final é péssimo!
O filme dos múltiplos títulos, deveras influente em relação à proliferação de 'slasher movies' na década de 1980. Apesar da ótima fotografia, do desfecho cínico e da confirmação de que Mario Bava é um diretor que consegue fazer mágicas a partir de situações aparentemente banais, o roteiro é tão banal, as interpretações são tão forçadas (vi na dublagem em inglês, para piorar) e os personagens são tão insuportáveis e mal desenvolvidos, que demorei muito (muitíssimo, aliás!) para entrar no "clima" e começar a curtir a sessão... A trama é costurada de maneira tão pouco interessante, que chega a ser difícil compreender quem são aquelas pessoas, que logo morrerão - e, quando sabemos quem elas são, nem adianta muita coisa. Mas a meia-hora final, com seus 'flashbacks' redundantes e pouco críveis, tem algum charme: as marcas registradas do Bava estão lá, afinal. Está longe de ser o meu favorito do mestre, mas não é desprezível! (WPC>)