Em uma pequena comunidade do Oregon vive Harry Stevenson (Morgan Freeman), um professor que testemunha tudo o que acontece no local. Aos poucos Harry acompanha os movimentos decorrentes nos habitantes da comunidade devido às artimanhas do amor.
Drama romântico da MGM, Lakeshore Entertainment, GreeneStreet Films e Revelations Entertainment que foi baseado no romance homônimo de 2000, de Charles Baxter. Estreou na semana do 75º aniversário de Robert Benton (1932-2025), sendo seu último filme como diretor.
Radha Mitchell e Morgan Freeman estrelariam juntos Jogo entre ladrões (09), Invasão a Casa Branca (13) e Invasão a Londres (16). Morgan Freeman e Fred Ward (1942-2022) atuaram antes em Reação em cadeia (96).
O filme gira em torno de 4 casais que vão se modificando pelas circunstâncias ou por situações inesperadas: os veteranos Harry e Esther, Bradley, que se divorcia de Kathryn e Diana, e se envolve com a médica húngara Margit; Diana e David e os jovens Oscar e Chloe,
Um retrato desafiador e complexo de um amor encontrado, perdido e recuperado. Inteligente, sensível e bem interessante. É também sexy, engraçado, triste e rebeldemente romântico com os relacionamentos complicados reais e tocantes.
Drama bonito onde várias histórias de amor se entrelaçam, com um final tristonho mas que não te deixa triste, mas sim esperançoso. O elenco tem vários bons nomes como Morgan Freeman, Greg Kinnear, Radha Mitchell, Alexa Davalos e Selma Blair, ainda que esta última não tenha seu arco bem desenvolvido, senti falta da história das lésbicas ser melhor trabalhada, parece que foi apenas pincelada e deixaram pra lá. Mas em contrapartida as outras histórias são bacanas de acompanhar e o personagem do Freeman é realmente cativante. O final emociona, e a personagem de Davalos causa empatia no espectador. Fotografia de subúrbio bacana e um clima intimista que faz com que aquele cotidiano seja gostoso de acompanhar. Afinal histórias de amor, independente da forma que sejam, são sempre bem-vindas em tempos de tanto ódio.
17.12.2008
Drama romântico da MGM, Lakeshore Entertainment, GreeneStreet Films e Revelations Entertainment que foi baseado no romance homônimo de 2000, de Charles Baxter. Estreou na semana do 75º aniversário de Robert Benton (1932-2025), sendo seu último filme como diretor.
Radha Mitchell e Morgan Freeman estrelariam juntos Jogo entre ladrões (09), Invasão a Casa Branca (13) e Invasão a Londres (16). Morgan Freeman e Fred Ward (1942-2022) atuaram antes em Reação em cadeia (96).
O filme gira em torno de 4 casais que vão se modificando pelas circunstâncias ou por situações inesperadas: os veteranos Harry e Esther, Bradley, que se divorcia de Kathryn e Diana, e se envolve com a médica húngara Margit; Diana e David e os jovens Oscar e Chloe,
onde acontece algo trágico.
CARA EU SEI QUE É UM DRAMA MAS EM VÁRIAS SITUAÇÕES EU RI DE NERVOSO COMO POR EXEMPLO O
PERSONAGEM BRADLEY TEM O AZAR DE TER UMA MULHER QUE TRAIU ELE COM OUTRA MULHER E DEPOIS CASOU COM UMA MULHER QUE JÁ TAVA COM AMANTE NAS COSTAS
"Eu apenas senti uma convergência harmônica neste lugar."
(Chloe para Bradley)
Um bom filme, com uma narrativa intrigante, boa fotografia e belas locações, além de ter um ótimo elenco e atuações.
Em certos momentos a trama se arrasta mas esse ritmo é o fio condutor para um grande emaranhado de emoções.
Maratona Morgan Freeman (14º filme)
Drama bonito onde várias histórias de amor se entrelaçam, com um final tristonho mas que não te deixa triste, mas sim esperançoso. O elenco tem vários bons nomes como Morgan Freeman, Greg Kinnear, Radha Mitchell, Alexa Davalos e Selma Blair, ainda que esta última não tenha seu arco bem desenvolvido, senti falta da história das lésbicas ser melhor trabalhada, parece que foi apenas pincelada e deixaram pra lá. Mas em contrapartida as outras histórias são bacanas de acompanhar e o personagem do Freeman é realmente cativante. O final emociona, e a personagem de Davalos causa empatia no espectador. Fotografia de subúrbio bacana e um clima intimista que faz com que aquele cotidiano seja gostoso de acompanhar. Afinal histórias de amor, independente da forma que sejam, são sempre bem-vindas em tempos de tanto ódio.