Bar Max conta a história de Roary (John Savage), um jovem que está em processo recuperação após uma fracassada tentativa de suicídio. Durante esse difícil processo, ele começa a frequentar um bar e acaba conhecendo pessoas com problemas parecidos com o seu.
Eu vim pela filmografia de Harold Russell, que nesse filme interpreta Wings.
Gostei, geralmente não gosto muito de dramas, salvo algumas exceções, e essa é uma delas. No começo do filme, Jerry trata Roary, ainda um completo desconhecido, muito bem, como se fossem amigos há décadas, lhe dando uma cerveja sem cobrar nada.
Tudo que acontece com Roary, com ele encontrando pessoas com inúmeros problemas, iguais ou piores que os seus, é o que realmente acontece na vida com todo mundo, e como isso o faz criar laços, fazer amizades e ter pessoas que se importam com ele e vice-versa, ele meio que ganha um motivo para viver novamente. Roary deixa seus problemas de lado e começa a se importar com as pessoas, mais do que consigo mesmo em alguns momentos.
Em um momento em que você já está pegando raiva do Jerry, tudo se acerta. Vemos traços da ingratidão de Jerry na cena em que Roary diz a ele que ele tem 10 mil dólares. Jerry reconhece seus erros e sua ingratidão, e, como Roary disse, ele só pensava em si, o que é totalmente oposto ao personagem que nos é apresentado no começo do filme.
O final é muito bom e emblemático, com Roary derrubando Lucius da escada no jogo do GSW. Jerry dando a volta por cima, assim como Roary, agora com Louise, e a ex de Jerry, Anne, não sabendo nem que ele se curou, quanto menos que ele vai estrear na NBA.
Assistido em 31/08/2025
Um bom drama dirigido pelo Richard Donner logo após sair dos dois filmes do Superman. É um trabalho pouco lembrado da sua filmografia, mas não menos interessante. Tem boa atuação do John Savage, uma história simples, mas bacana de acompanhar. Vale também pela presença de um jovem David Morse. Merecia ser mais conhecido!
Drama romântico e comédia da ITC Entertainment indicado ao Oscar de melhor atriz coadjuvante, Diana Scarwid. O filme foi baseado no livro de mesmo nome de Todd Walton, com um roteiro da dupla Valerie Curtin e Barry Levinson. Também conhecido como "Os rapazes do Bar Max", é um filme que celebra a solidariedade humana e o verdadeiro significado da amizade.
O 1° papel de Harold Russell (1914-2002) no cinema desde sua dupla atuação vencedora do Oscar em Os melhores anos de nossa vida (46), um intervalo de cerca de 34 anos. 1° filme de David Morse no cinema. No filme, "Max's Bar" apresenta uma máquina de pinball "Superman", retratando Christopher Reeve como Superman. O diretor Richard Donner (1930-2021) também dirigiu Superman: O filme (78) e Superman II: A aventura continua (80). Este filme apresenta personagens com deficiência, mas conforme descrito durante o tempo em que o filme foi lançado como "cidadãos deficientes".
Richard Donner, não creditado, aparece no reflexo de uma janela, como um homem que fecha a ambulância que leva Roary ao hospital após sua tentativa de suicídio.
Filme subestimado e esquecido! Uma grande descoberta dos anos 80! O quadro congelado do elenco e da equipe durante os créditos finais foi uma maneira de Richard Donner dizer o quão agradável foi fazer isso depois do gigantismo do Superman? John Savage mostra-se suavemente intenso em um papel difícil diante de sua amargura e deficiência, com uma discreta beleza emocional. É mais agradável do que crível, mas os melhores filmes de esportes são sempre sobre sonhos impossíveis. Neste, é a idéia de que uma combinação de cirurgia e boas vibrações pode superar até mesmo as lesões mais debilitantes.
Filme bonito.
Um inusitado exemplar dramático na carreira do diretor. Vale pelas atuações.