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Sinopse
Em 1981, um jovem artista (Jeffrey Wright) das ruas é descoberto por Andy Warhol (David Bowie) e tem uma ascensão meteórica, tornando-se uma estrela no mundo das artes. Mas este sucesso repentino e inesperado terá um preço muito alto.
Bom filme, Basquiat parecia ser uma mente inquieta, só que achei essa cinebiografia tão fria, falta algo, apesar das ótimas atuações do Jeffrey Wright e do David Bowie muito bem como Andy Warhol.
Esse filme podia ter entregado mais, mas sacia-se com uma história apressada e sem aprofundamentos. De repente vimos um Basquiat quase mendigo pra logo em seguida vê-lo super requisitado tendo affair com Madonna e sendo amigo do Andy Warhol. Tudo isso em transições confusas. Outra coisa que é mal elaborada são as recepções frente as suas obras: elas causam estranheza por serem grotescas, vanguardistas, transgressoras, mas de imediato, as pessoas já o admiram como se estivessem frente a um Van Gogh. Enfim, sinto que faltou um desenvolvimento mais convincente.
Outra coisa maluca nesse filme é a quantidade de atores excelentes que brotam na tela e são mal utilizados: de repente, Willem Dafoe numa cena de segundos; daí vc pisca e Bam!,Christopher Walken noutro papel curto; Gary Oldman sub-aproveitado - pasmem!, tem até Sam Rockwell fazendo ponta de "Thug 1", mas tudo bem, acho que ele ainda tava no início da carreira, então era apenas um figurante. O destaque fica pra atuação de David Bowie, fazendo o excêntrico Warhol.
Estava devendo uma conferida nesse há muito tempo, e acabei gostando do filme. O diretor Julian Schnabel aqui em um dos seus primeiros trabalhos, agrada com sua trilha sonora e vários personagens interessantes que passam pela vida do Basquiat. Claro que o filme tem seus defeitos, mas acredito que vale ser conhecido, nem que seja pela boa atuação do Jeffrey Wright.
Bom filme, Basquiat parecia ser uma mente inquieta, só que achei essa cinebiografia tão fria, falta algo, apesar das ótimas atuações do Jeffrey Wright e do David Bowie muito bem como Andy Warhol.
"O seu público nem nasceu ainda."
Esse filme podia ter entregado mais, mas sacia-se com uma história apressada e sem aprofundamentos. De repente vimos um Basquiat quase mendigo pra logo em seguida vê-lo super requisitado tendo affair com Madonna e sendo amigo do Andy Warhol. Tudo isso em transições confusas. Outra coisa que é mal elaborada são as recepções frente as suas obras: elas causam estranheza por serem grotescas, vanguardistas, transgressoras, mas de imediato, as pessoas já o admiram como se estivessem frente a um Van Gogh. Enfim, sinto que faltou um desenvolvimento mais convincente.
Outra coisa maluca nesse filme é a quantidade de atores excelentes que brotam na tela e são mal utilizados: de repente, Willem Dafoe numa cena de segundos; daí vc pisca e Bam!,Christopher Walken noutro papel curto; Gary Oldman sub-aproveitado - pasmem!, tem até Sam Rockwell fazendo ponta de "Thug 1", mas tudo bem, acho que ele ainda tava no início da carreira, então era apenas um figurante. O destaque fica pra atuação de David Bowie, fazendo o excêntrico Warhol.
Estava devendo uma conferida nesse há muito tempo, e acabei gostando do filme. O diretor Julian Schnabel aqui em um dos seus primeiros trabalhos, agrada com sua trilha sonora e vários personagens interessantes que passam pela vida do Basquiat. Claro que o filme tem seus defeitos, mas acredito que vale ser conhecido, nem que seja pela boa atuação do Jeffrey Wright.
Jeffrey Wright nunca decepciona.