Battle Royale II: Requiem - Estados Unidos da América
Sinopse
Três anos após a falha do programa BR, uma segunda investida é forjada e uma classe de estudantes é mandada a uma ilha com um objetivo: matar o terrorista internacional Shuya Nanahara.
O filme até caminha bem com o novo jogo e o plot do terrorismo encabeçado pelo Nanahara, mas a partir do momento em que os participantes do jogo se encontram com os terroristas, o filme vai só ladeira abaixo, se tornando extremamente maçante, atropelado, melodramático em excesso, a ponto de ficar quase insuportável de lidar. As boas cenas de ação e a produção melhor que o primeiro filme não salvam o descarrilamento na segunda metade, em que a trama se perde toda e um monte de flashbacks são mal encaixados. Parecia que seria um bom filme, mas no final tudo desandou.
Mesmo sendo fã do primeiro filme desde meados dos 2000, sempre deixei essa sequência de lado por causa das avaliações ruins. Finalmente resolvi assistir depois de reassistir Batalha Real e posso dizer que não me decepcionei tanto, não. Não fazia nem ideia que era uma sequência do primeiro filme, com vários personagens reaparecendo (inclusive a garotinha vencedora que aparece no início do primeiro filme), e interpretados pelos mesmos, o que, pra mim, já é um mérito em qualquer sequência. Admiro muito quando não fazem substituições ou eliminam personagens sem motivo algum.
Outros pontos positivos: os danos são retratados de forma mais realista, o que significa que dificilmente alguém sai andando normal depois de levar duas dúzias de tiros, fazer alguma atividade, e depois cair duro.
A premissa e o desenvolvimento são surpreendentemente bem elaborados. A possível decepção pode ser bem similar à de Jogos Vorazes, quando se descobre que os jogos não vão mais acontecer. Nesse filme ainda existe um "jogo" de certa forma, mas ele possui um propósito diferente, onde o vilão une o útil ao agradável em prol da sua motivação. A nova regra desse "jogo" (quando um integrante da dupla morre, o colar do outro também explode, também cria uma dinâmica interessante e ajuda a eliminar personagens descartáveis mais rapidamente, ainda mais que, com esses uniformes de guerra, ficava mais difícil saber quem era quem). Toda a dinâmica do Nanahara e o grupo terrorista também achei ótima, no contexto dos filmes. "Guerra aos adultos" pode soar ridículo à primeira ouvida, mas é o que é, né?
E os pontos negativos que eu percebi, que inclusive me incomodaram bastante: as caras e bocas do vilão eram algo que, para mim, ultrapassava os limites do ridículo. A câmera tremida nos tiroteios. Até hoje não entendo quem acha que isso é uma boa ideia para se usar em qualquer filme que não seja found footage. Acho extremamente frustrante e preguiçoso. A desculpa dos diretores é de que "acrescenta urgência, caos e tensão às cenas", mas todos sabemos que a única coisa que isso acrescenta é raiva de não conseguir ver nada do que está acontecendo ou quem morreu. Tinha momentos que além da câmera tremida, parecia que a imagem estava acelerada também. Um caos, e um caos dos ruins nesses momentos!
Um monte de personagem que não se sabe quem é quem morrendo e vc pouco se importando + tiros nunca vistos nem nos filmes do Rambo. Uma desgraça.
O filme até caminha bem com o novo jogo e o plot do terrorismo encabeçado pelo Nanahara, mas a partir do momento em que os participantes do jogo se encontram com os terroristas, o filme vai só ladeira abaixo, se tornando extremamente maçante, atropelado, melodramático em excesso, a ponto de ficar quase insuportável de lidar. As boas cenas de ação e a produção melhor que o primeiro filme não salvam o descarrilamento na segunda metade, em que a trama se perde toda e um monte de flashbacks são mal encaixados. Parecia que seria um bom filme, mas no final tudo desandou.
Mesmo sendo fã do primeiro filme desde meados dos 2000, sempre deixei essa sequência de lado por causa das avaliações ruins. Finalmente resolvi assistir depois de reassistir Batalha Real e posso dizer que não me decepcionei tanto, não. Não fazia nem ideia que era uma sequência do primeiro filme, com vários personagens reaparecendo (inclusive a garotinha vencedora que aparece no início do primeiro filme), e interpretados pelos mesmos, o que, pra mim, já é um mérito em qualquer sequência. Admiro muito quando não fazem substituições ou eliminam personagens sem motivo algum.
Outros pontos positivos: os danos são retratados de forma mais realista, o que significa que dificilmente alguém sai andando normal depois de levar duas dúzias de tiros, fazer alguma atividade, e depois cair duro.
A premissa e o desenvolvimento são surpreendentemente bem elaborados. A possível decepção pode ser bem similar à de Jogos Vorazes, quando se descobre que os jogos não vão mais acontecer. Nesse filme ainda existe um "jogo" de certa forma, mas ele possui um propósito diferente, onde o vilão une o útil ao agradável em prol da sua motivação. A nova regra desse "jogo" (quando um integrante da dupla morre, o colar do outro também explode, também cria uma dinâmica interessante e ajuda a eliminar personagens descartáveis mais rapidamente, ainda mais que, com esses uniformes de guerra, ficava mais difícil saber quem era quem). Toda a dinâmica do Nanahara e o grupo terrorista também achei ótima, no contexto dos filmes. "Guerra aos adultos" pode soar ridículo à primeira ouvida, mas é o que é, né?
E os pontos negativos que eu percebi, que inclusive me incomodaram bastante: as caras e bocas do vilão eram algo que, para mim, ultrapassava os limites do ridículo. A câmera tremida nos tiroteios. Até hoje não entendo quem acha que isso é uma boa ideia para se usar em qualquer filme que não seja found footage. Acho extremamente frustrante e preguiçoso. A desculpa dos diretores é de que "acrescenta urgência, caos e tensão às cenas", mas todos sabemos que a única coisa que isso acrescenta é raiva de não conseguir ver nada do que está acontecendo ou quem morreu. Tinha momentos que além da câmera tremida, parecia que a imagem estava acelerada também. Um caos, e um caos dos ruins nesses momentos!
Achei melhor que o primeiro, foi um título novo, não tem no material de origem. Mas dizem que não foi bem recebido.
Bem bem inferior , takuma e o professor não precisava ficar gritando e fazendo careta