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Um empregado desmotivado esperando ser demitido, um “puxa-saco” incorrigível, um bonitão conquistador e uma secretária prestativa e divertida são personagens comuns a qualquer empresa e na Colapax não é diferente. Batendo Ponto entra no ar para mostrar o dia a dia de um escritório e contar as divertidas histórias da secretária Valquíria (Ingrid Guimarães) e de seus colegas de trabalho.
Valquíria, mais conhecida como Val, é a secretária da filial carioca da Colapax, uma empresa catarinense líder no mercado de colas. Há cinco anos no cargo, ela é o braço direito do gerente Guilherme (Pedro Paulo Rangel). Além de lidar com o ego do chefe, Val precisa equilibrar a loucura de seus colegas. Responsável por tudo na empresa e sobrecarregada de funções, ela está sempre esperando que um milagre aconteça e seu chefe resolva lhe dar um aumento. Afinal, é mãe solteira e precisa se desdobrar para criar sozinha a filha Stephany (Isabella Cunha). Mas nada que tire seu bom-humor.
Apesar de uma rotina atribulada, Val consegue encontrar um tempo para namorar. Caíque (Alexandre Nero), seu colega de trabalho, é o galanteador da empresa e mantém um relacionamento com ela. Conhecendo a fama do vendedor, a secretária está sempre com um pé atrás com a relação.
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Uma comédia que começa bem, 4 bons primeiros episódios. Depois deu pra entender porque foi cancelada, com baixa audiência na época. Os episódios avançam e ela fica constrangedora. Uma pena porque o elenco é talentoso
Quando "Batendo Ponto" foi ao ar, como especial de fim de ano em dezembro de 2010, o episódio foi bastante elogiado e a audiência satisfatória. Com isso, as chances de virar uma série em 2011 eram grandes. Dito e feito. Assim que se encerrou mais um Big Brother Brasil, o programa estreou após o "Fantástico", aos domingos.
Aconteceu que as boas impressões que foram deixadas no ano passado simplesmente desapareceram rapidamente. O programa começava a ser muito criticado e a audiência insatisfatória para os padrões globais. As críticas eram justas? Sim, com certeza. Mas o programa estava longe de ser essa tragédia toda.
Sua principal qualidade era o grandioso elenco. Milagrosamente, não tínhamos um ator sequer para criticar. Todos estavam perfeitos. O entrosamento entre os atores era nítido. Alexandre Nero, Ingrid Guimarães, Fernando Ceylão, Luis Miranda, Danielle Valente, Stênio Garcia, Orã Figueiredo, Ícaro Silva, Cláudia Mello e o maravilhoso Pedro Paulo Rangel faziam parte desse time. Eram personagens caricatos? Sim, mas o objetivo era esse. As histórias é que deixavam muito a desejar. Muitas vezes eram bobas e sem graça.
Então esse foi o motivo pelo fracasso da série? Talvez.
Porém, o real motivo para o fracasso (levando-se em conta os números que a emissora almeja, obviamente) é o ingrato horário. Quando foi anunciada a nova grade de programação, era notório que o "abacaxi" iria direto para quem recebesse de brinde o horário das 23h15m, aos domingos. Desde o término do "Sai de Baixo", a emissora carioca não consegue fazer sucesso após o "Fantástico". "Sob Nova Direção" ficou um bom tempo no ar, mas não gerava repercussão alguma. Lembra de "Norma" com a Denise Fraga? O programa era interessante, mas não vingou e também foi eliminado da grade sem dó ."SOS Emergência" teve duas temporadas e conseguia manter a liderança, mas com muita dificuldade. E agora "Batendo Ponto" naufraga. Todos esses programas eram uma porcaria? Com certeza não. Mas no fim de noite de um domingo, quase ninguém fica "ligado" em uma única atração. A "zapeada" é obrigatória. Com isso o "Pânico na Tv" e o "Programa Silvio Santos" conseguem bons índices, porém raramente ficam com os números estáveis. Um vai pra liderança, o outro desce e por aí vai.
Acontece que o "Sai de Baixo" era um sucesso! Como se explica isso, então? A época em que o programa era exibido, não pode ser comparada aos dias atuais. No ano de 2002 (em que houve o fim da sitcom), a novela das 21h marcava acima dos 50 pontos diariamente, o "Fantástico" passava dos 40, a internet estava começando a pregar seu espaço etc etc etc. E ainda temos que levar em consideração que o programa já começava a perder algumas vezes para a "Casa dos Artistas" (fenômeno na primeira temporada exibida pelo SBT). Era dito que o programa precisava acabar para não haver desgaste, mas muitos apostavam que o término tinha relação com essas perdas no ibope para a emissora do Silvio Santos.
Com o fim de "Batendo Ponto", talvez a Globo aprenda que nesse horário dificilmente alguma atração vá vingar. O melhor é colocar no ar os filmes recheados de sangue do "Domingo Maior" mesmo, pois caso ocorram algumas derrotas para a concorrência, será só um filme e não uma produção da emissora que gera gastos para a empresa. Se a série protagonizada pela Ingrid Guimarães fosse exibida no horário em que todas as demais ("Macho Man", "Divã", "Lara com Z", "Tapas e Beijos") estão indo ao ar, alguém acha que daria números muito inferiores? A resposta é não.
Amo a Ingrid, mas acho a pior série dela
LIXO! Foi copiar The Office e fez da pior forma possível. Sem técnica e sem conhecimento... pelo menos uma pesquisa seria bom, mas pelo visto só assistiram a chamada do FX...
FRACA