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Sinopse
Acompanha a ascensão de Karl Lagerfeld no mundo da moda parisiense dos anos 1970 e sua rivalidade com Pierre Berge, parceiro de Yves Saint Laurent, bem como sua história de amor com Jacques de Bascher.
O ponto mais forte da produção é, sem dúvida, a atuação de Daniel Brühl. Ele entrega um Karl introspectivo, calculista e, ao mesmo tempo, vulnerável — um homem obcecado pelo controle, tanto no trabalho quanto na forma como é percebido. A série não tenta suavizar suas arestas, mas tampouco o vilaniza: ela humaniza.
O visual é outro destaque: figurinos exuberantes, cenografia detalhista e uma fotografia que capta com primor o brilho e a decadência do mundo da moda na década de 1970.
No entanto, o roteiro por vezes se rende a uma narrativa arrastada. Embora o relacionamento entre Karl e Jacques de Bascher (interpretado com intensidade por Théodore Pellerin) ofereça momentos emotivos e complexos, a série parece hesitar em aprofundar verdadeiramente o impacto emocional desse romance — talvez temendo comprometer o mito Lagerfeld. A rivalidade com Yves Saint Laurent, apesar de promissora, também poderia ter sido mais bem explorada dramaticamente.
Eu não sei qual era a cisma de Karl, mas, tento entender um pouco da cabeça dele de ser um alemão nas décadas de 60/70, prevalente sua sexualidade era um conflito mental.
Vamos lá, fotografia impecável e roteiro médio. Parece que a obra foca mais em um relacionamento abusivo e uma prisão sem grade, e sempre girando em torno de Yvies x Karl x Jacques. Jacques, era acomodado, e Karl sentia necessidade de ter jacques em sua mão, por isso não "deixava" Jacques tomar seu rumo e trabalhar. Karl, uma pessoa, fria, mas, com foco e sabia o que queria. Acho que a serie podia abordar mais o mundo da moda em si, ficou abstrato e mediano, sinto que talvez não quis se afundar em alguns tópicos para fazer boa vizinhanças para algumas marcas. Pierre Bergé = fastidioso e rabugento.
E claramente o final para mim fecha com chave de ouro, e não é segredo para ninguém, depois que Karl entrou e firmou com CHANEL, ele se tornou o KARL (força e influencia foda). No geral, é boa, prende, mas, para quem é amante do mundo fashion, claramente vai ficar com gostinho de quero mais!!!!!!!
O ponto mais forte da produção é, sem dúvida, a atuação de Daniel Brühl. Ele entrega um Karl introspectivo, calculista e, ao mesmo tempo, vulnerável — um homem obcecado pelo controle, tanto no trabalho quanto na forma como é percebido. A série não tenta suavizar suas arestas, mas tampouco o vilaniza: ela humaniza.
O visual é outro destaque: figurinos exuberantes, cenografia detalhista e uma fotografia que capta com primor o brilho e a decadência do mundo da moda na década de 1970.
No entanto, o roteiro por vezes se rende a uma narrativa arrastada. Embora o relacionamento entre Karl e Jacques de Bascher (interpretado com intensidade por Théodore Pellerin) ofereça momentos emotivos e complexos, a série parece hesitar em aprofundar verdadeiramente o impacto emocional desse romance — talvez temendo comprometer o mito Lagerfeld. A rivalidade com Yves Saint Laurent, apesar de promissora, também poderia ter sido mais bem explorada dramaticamente.
Bem interessante...espero a 2ª temporada.....pois não pode acabar assim...! 13/10/24.
Queria saber se na época conseguiram tira o pierre bergé como presidente das marcas de luxo por ser tão chato.
Eu não sei qual era a cisma de Karl, mas, tento entender um pouco da cabeça dele de ser um alemão nas décadas de 60/70, prevalente sua sexualidade era um conflito mental.
Vamos lá,
fotografia impecável e roteiro médio.
Parece que a obra foca mais em um relacionamento abusivo e uma prisão sem grade, e sempre girando em torno de Yvies x Karl x Jacques.
Jacques, era acomodado, e Karl sentia necessidade de ter jacques em sua mão, por isso não "deixava" Jacques tomar seu rumo e trabalhar.
Karl, uma pessoa, fria, mas, com foco e sabia o que queria.
Acho que a serie podia abordar mais o mundo da moda em si, ficou abstrato e mediano, sinto que talvez não quis se afundar em alguns tópicos para fazer boa vizinhanças para algumas marcas.
Pierre Bergé = fastidioso e rabugento.
E claramente o final para mim fecha com chave de ouro, e não é segredo para ninguém, depois que Karl entrou e firmou com CHANEL, ele se tornou o KARL (força e influencia foda).
No geral, é boa, prende, mas, para quem é amante do mundo fashion, claramente vai ficar com gostinho de quero mais!!!!!!!
Ou: "Como Não Sair de Um Relacionamento Tóxico". Desculpa ser sucinto, mas essa série se resume a isso.