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Data de lançamento
30 Out. 2009Duração
Besouro (Ailton Carmo) foi o maior capoeirista de todos os tempos. Um menino que - ao se identificar com o inseto que ao voar desafia as leis da física - desafia ele mesmo as leis do preconceito e da opressão. Passado no Recôncavo dos anos 20, Besouro é um filme de aventura, paixão, misticismo e coragem. Uma história imortalizada por gerações, que chega aos cinemas com ação e poesia no cenário deslumbrante do Recôncavo Baiano.
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Depois de assistir, a primeira coisa que pensei foi: deveria ter visto este filme antes. <br/><br/>Um ótimo filme de ação, bem coreografado. A meu ver, um dos aspectos mais positivos do longa é conseguir narrar uma aventura histórica - a do mítico capoeirista Besouro - sem deixar de representar também elementos da ancestralidade espiritual de origens africanas. Não sou conhecedor profundo das religiões de matriz africana, mas achei que o filme conseguiu retratar esses elementos de espiritualidade de uma forma muito bonita, com lirismo e imagens, enquadramentos e movimentos de câmera muito interessantes, como quando o personagem vira sapo, besouro ou quando se encontra brevemente com os orixás.
Filmaço!
Tinha que ser mais comentado. Realmente uma pena eu ter levado tanto tempo pra ver.
Carregado de simbolismo do candomblé, de resistência, de coletividade, ancestralidade! Puro suco de Brasil. O Brasil que tentaram apagar, mas se mantém por meio de figuras de nossos herois como Besouro cordão de ouro.
Conta a história de vida do Besouro Mangangá, capoeirista dos anos 20 que se tornou um herói e símbolo de liberdade na época, as lutas são bem feitas pois é mesmo coreógrafo de ''Kill Bill'', gostaria de mais filmes nessa pegada de artes marciais brasileiras, além da capoeira temos o jiu-jitsu que poderia render bons flmes, sair da mesmice dos mesmos temas do cinema nacional seria bem interessante.
Um Bom Filme Brasileiro,Com Lutas Bem Coreografadas!
Capoeira, resistência e candomblé: uma combinação tão forte no cinema brasileiro que nem o roteiro é capaz de abalar (muito) sua estrutura.