Um retrato sensível sobre a simplicidade da vida em Santo Amaro do Maranhão. O filme utiliza a beleza árida dos Lençóis como pano de fundo para uma história potente sobre raízes, luto e a resiliência de quem vive em sintonia com a natureza. Muito bom.
Muito bem intencionado, porém arrastado em núcleos e cenas totalmente dispensáveis para a narrativa do filme, perdendo o seu ritmo inicial e caindo no marasmo. Fazendo do filme, desnecessariamente longo. Porém, é um filme rico em cultura, desde os hábitos e costumes até no âmbito coletivo. As cenas de Betânia com as demais senhoras falando de cultura, do crescimento da cidade ou o seu desaparecimento por conta das dunas e as cantigas é de uma preciosidade sem inenarrável. Como a oratória é importante! Diana Mattos como Betânia é uma força da natureza que a gente reconhece essa senhora porque conhecemos resistências assim também. Uma pena que ela some na sua própria história por conta de erros de roteiro e direção.
Tendo como eixo central a dona Betânia, o filme mescla o pessoal , com o coletivo, é cheio de nuances e pequenos contextos com forte cultura regional, é lindo visualmente, contemplativo, mas tb mostra de forma simples e objetiva todo um rodo cotidiano e sua arduidades. Gostei muito, viva o Maranhão , viva o Brasil, e o nosso cinema!!!
Para mim parece mais uma amostra cultural da região. Como filme ficou devendo, um roteiro muito fraco, disperso e dividido em diversos núcleos que não segue para caminho nenhum. Alguns atores claramente amadores. Belas paisagem, ótima fotografia e trilha sonora. Mas como filme fica muito a desejar.
Um retrato sensível sobre a simplicidade da vida em Santo Amaro do Maranhão. O filme utiliza a beleza árida dos Lençóis como pano de fundo para uma história potente sobre raízes, luto e a resiliência de quem vive em sintonia com a natureza. Muito bom.
Muito bem intencionado, porém arrastado em núcleos e cenas totalmente dispensáveis para a narrativa do filme, perdendo o seu ritmo inicial e caindo no marasmo. Fazendo do filme, desnecessariamente longo.
Porém, é um filme rico em cultura, desde os hábitos e costumes até no âmbito coletivo. As cenas de Betânia com as demais senhoras falando de cultura, do crescimento da cidade ou o seu desaparecimento por conta das dunas e as cantigas é de uma preciosidade sem inenarrável. Como a oratória é importante! Diana Mattos como Betânia é uma força da natureza que a gente reconhece essa senhora porque conhecemos resistências assim também. Uma pena que ela some na sua própria história por conta de erros de roteiro e direção.
Tendo como eixo central a dona Betânia, o filme mescla o pessoal , com o coletivo, é cheio de nuances e pequenos contextos com forte cultura regional, é lindo visualmente, contemplativo, mas tb mostra de forma simples e objetiva todo um rodo cotidiano e sua arduidades. Gostei muito, viva o Maranhão , viva o Brasil, e o nosso cinema!!!
A cultura Maranhense é escancarada na história de Betânia e seu amor pela família. É profundo em alguns momentos. Bom entretenimento.
Para mim parece mais uma amostra cultural da região. Como filme ficou devendo, um roteiro muito fraco, disperso e dividido em diversos núcleos que não segue para caminho nenhum. Alguns atores claramente amadores. Belas paisagem, ótima fotografia e trilha sonora. Mas como filme fica muito a desejar.