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Data de lançamento
2 Março 2012Duração
Descrita como uma mistura de chanchada com screwball comedy (subgênero descendente do teatro farsesco que envolve humor físico, texto rápido, trocas de casais e reviravoltas constantes), a comédia segue um corretor de seguros falido que tenta ajudar a mulher a realizar o sonho de ser atriz, enquanto ela recebe conselhos do seu porquinho de pelúcia.
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Posso dizer sem exagero que Billy Pig entrou facilmente para o meu top 3 piores filmes que assisti este ano. É um filme que falha em praticamente tudo o que se propõe a fazer. Não consigo apontar nenhum aspecto realmente aproveitável. E o mais impressionante é ver um ator do calibre do Selton Mello envolvido em uma produção tão fraca, ao lado de outros bons nomes, como Milton Gonçalves.
As atuações, de forma geral, não me convenceram, e até algumas escolhas de personagens parecem artificiais. Um exemplo é o nome "Marinalda", que soa tão incomum que parece ter sido criado apenas para arrancar uma comicidade que nunca acontece. O problema é que o filme tenta ser engraçado, mas simplesmente não funciona.
A premissa já é difícil de engolir: personagens explorando a fé de um traficante para tentar tirar sua filha do coma. E veja bem, não é porque a ideia é absurda que ela necessariamente seria ruim. Existem várias comédias construídas sobre premissas absurdas que funcionam muito bem. O problema é que Billy Pig não consegue transformar essa ideia em algo divertido. Para mim, uma boa comédia nem precisa de um roteiro brilhante; ela precisa de ritmo, boas tiradas e situações engraçadas. Aqui não existe nada disso.
O filme é lento, arrastado e monótono durante boa parte do tempo, até o momento em que o personagem de Selton Mello resolve usar o padre para ganhar dinheiro. Mesmo assim, a narrativa nunca engrena. Em determinado momento, ainda encaixam um número musical da Grazi Massafera em um bar, algo que parece surgir do nada e reforça ainda mais a falta de coesão da obra.
Esse tipo de produção acaba alimentando muitos dos estereótipos negativos que existem sobre o cinema nacional. A sensação que tive é de que o roteiro foi escrito às pressas, sem qualquer refinamento. Hoje vejo uma curadoria muito mais rigorosa no mercado audiovisual brasileiro, e sinceramente acredito que um roteiro como esse dificilmente encontraria espaço em grandes plataformas de streaming. Simplesmente porque não vejo público para algo tão fraco.
E tem ainda o porco que dá nome ao filme. O animal é tratado como se fosse um elemento importante, mas, na prática, não serve para quase nada dentro da história. Sua presença parece completamente forçada e sem função narrativa relevante.
No fim das contas, achei Billy Pig um filme fraquíssimo em todos os aspectos: roteiro, humor, ritmo e desenvolvimento. É uma experiência que não funcionou para mim em momento algum. Minha nota é 0,5/5.
#rumoaos2000
Que sensação ruim, amo a maioria dos atores aqui (exceto uns bolsominions), e temos um grande elenco aqui, mas me deu uma vergonha alheia imensa, ou eu não tive profundidade e sensibilidade para captar a arte desse filme, pobre Selton, Massafera e Milton Gonçalves, que fiasco, uma pena, mas quase nada salva, exceto o próprio elenco, que não tem como salvar um roteiro pobre e uma historinha tal sem sal, nem o porquinho se salva, podia ser ao menos fofinho ou engraçadinho, que tristeza...
Tão fraco que não valeria nem meu comentário
Vi em 22.01.2025
GloboPlay
O Selton Melo, Otávio Muller, Milton Gonçalves e Milhem Cortaz deviam algum favor pra alguém pra aceitar fazer este filme.
E uma atriz ruim fazendo o papel de uma atriz ruim... Tudo errado neste projeto.
Fiasco!
Bons atores com bons personagens e atuações, mas o roteiro é insosso, chato, entediante e arrastado. Que porca-ria literalmente falando da porca que colocaram no filme pra fazer cenas toscas com a Grazi fazendo ainda a voz dela!! kkk