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Data de lançamento
29 Ago. 2021Duração
O Chef Aue, segundo colocado do The Chef Master, ainda não conseguiu se tornar o chef número um. Ele passa todos os dias sentindo que está faltando alguma coisa e, por isso, não consegue melhorar sua culinária. No entanto, um dia, quando pediu uma entrega, ele nunca imaginou que o que estava faltando seria descoberto em um entregador normal que esconde habilidades extraordinárias que pessoas normais não teriam.
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Tudo para dar certo ... e no final não deu em nada
Muito fraco, e exagera nas pausas... tinha horas que pensei estar assistindo um suspense/terror por conta das pausas
E vamos de pior BL que já vi na vida? Não porque tem outro muito pior mas caraca... Perder 11 eps com média de 40 minutos para não acontecer absolutamente nada?? É sério que perderam dinheiro produzindo absolutamente nada? Todos os eps movidos a cozinhar, conversar e ficar mudo um olhando para a cara do outro. Olha.. Devolvam minhas horas de vida perdida.
Eu não vejo um projeto ser tão sabotado assim desde My Tee. Foi muito difícil terminar esse bl, parecia que nada fazia sentido ou que o diretor esperava que nós adivinhássemos o que ele queria passa, sem entregar absolutamente nada.
Simplesmente não havia história pra tantos episódios e parece que resolveram ocupar esse espaço com falas absurdamente arrastadas. Como quando a gente está na escola e o professor passa um trabalho com número mínimo de linhas e nós tínhamos a brilhante ideia de aumentar a letra.
Aek vai embora porque Aue quer que ele entre na competição de chefes, até ai é compreensível, a gente acredita que quando eles se reencontrarem, o mais novo vai estar chateado e de alguma forma ambos vão conversar e esclarecer as coisas, mas não, é como se nada tivesse acontecido, Aek está de boa e agora, milagrosamente quer entrar na competição.
Ai o bl vai passando, a gente não conhece a vida do Aue direito, não entende porque ele não se importa em ganhar o concurso, algo que é explicado na novel e que poderia ter sido feito aqui.
Os três últimos episódios foram revoltantes:
"Vou rejeitar esse cara incrível que cuida de mim, é gentil, me respeita, apoia e motiva pra que eu realize meus sonhos, me baseando na diferença das nossas classes sociais. Vou socar no cool meus sentimentos e fingir que não o amo profundamente, vou tratá-lo mal, fazê-lo sofrer e sofrer junto e agora vou ligar pra esse desconhecido aqui que pode facilmente ser o Hannibal Lecter tailandês e dormir na casa dele, mesmo que durante todo maldito bl eu tenha me mostrado alguém totalmente reservado".
Que morte horrível a minha assistindo esse episódio. Não faz sentido a forma como as coisas estão acontecendo, esse diretor é muito ruim e cagou a história, que ódio.
Ok, eu entendo o Aek se sentir diminuído em relação ao Aue, mas a sequência dos acontecimentos não fez nem sentido. A gente sabe que ele ama o Aue e só o rejeitou por sentir que não está no nível dele (mesmo que esse fato não tenha sido levantado em nenhum momento e a mãe e o irmão do Aue tenham o tratado super bem), também entendo que a história quer que a gente subentenda esse sentimento de inferioridade, mas é preciso nos dar alguma coisa antes pra justificar isso, não havia acontecido absolutamente nada pra que a gente tomasse isso como algo tão grande na cabeça do Aek. Aí pra piorar, quando a merda já tinha sido feita, aparece aquela garota do nada num hospital a noite tratando ele daquela forma? Se esse encontro tivesse acontecido antes, faria todo sentido ele estar com o psicológico afetado, ao menos justificaria ele achar que não pode ficar com o Aue.
E se ele pensava assim desde o começo, porque deu condições pro Aue continuar a cortejá-lo? Eu não tô falando do emprego ou treinamento, mas dos passeios, da viagem e principalmente dos toques, dos olhares e sorrisos. Nada disso foi coisa da cabeça do Aue, ambos estavam se apaixonando em cada um desses momentos, Aue entendeu as mensagens de forma certa e a forma como Aek o tratou foi totalmente indigna e humilhante, ele poderia tê-lo rejeitado, sem quebrá-lo dessa forma.
O casal secundário que parece não conseguir se mover direito e apenas recitam as falas da forma mais robótica possível, que não desenvolve em nada, mas que no último episódio revolvem encher de cenas pra ocupar mais uma vez o espaço que não conseguiram no roteiro.
Até o recurso de focar no rosto aqui foi afetado, essa maneira de filmar se chama recurso porque é usado em determinados momentos, não absolutamente o tempo todo, o diretor usou tanto deixou de ser especial, banalizou o negócio.
Aquele amigo do Aek interpretado pelo Gameplay, que eu nem me dei ao trabalho de aprender o nome, que não faz qualquer diferença no bl inteiro e do nada aparece saindo com aquela moça. Pelo amor de Deus que vergonha alheia, que necessidade de enfiar coisas sem sentido na reta final.
Mark e Zung são a melhor coisa desse projeto, entregam absolutamente tudo só com as expressões. Chorar em cena não é algo fácil, não é pra amador, aquelas lágrimas ali são de quem se entrega 100% ao personagem e eles foram impecáveis nisso, tenho certeza que sob a orientação certa eles teriam nos proporcionado cenas muito mais emocionais e verossímeis com a realidade.
Eu gosto de romances lentos, então esse me agradou em cheio.
Gostei bastante do chef ser ao mesmo tempo direto e subjetivo nas suas cantadas. Realmente, deixou bem óbvio desde o princípio que estava a fim do Aek. E ao mesmo tempo, cresceu junto como cozinheiro e deu uma grande oportunidade para o menino. Ou seja, não estava focado só no romance, que é outra coisa que me irrita em algumas séries.
Do Aek, simplesmente perfeito. Primeiro que fiquei muito feliz com o protagonista do Mark, pois já vi muitas séries com ele e ele sempre tem papeis pequenos ou irrelevantes.
O personagem, tinha uma dependência emocional da mãe que era descomunal. Talvez porque eram só os dois, numa cidade pequena no interior. A mãe não queria um destino sofrido como o dela, de ser cozinheira de restaurante. Aqui, entendo que a mãe não via a profissão de Chef, era uma realidade distante para ela. Por isso o menino foi fazer Contabilidade, imagino eu, que "para trabalhar num escritório, numa empresa grande".
Então, não foi surpresa para mim, todas as inseguranças dele. De ir contra a mãe e trabalhar num restaurante. De toda hora querer ir pra casa. Depois, de sentir insegurança de participar de algo novo como a exposição, e ainda ganhar uma roupa cara.
E por fim, não perceber que estava apaixonado pelo chef - e quanto entendeu, ficou inseguro e queria a aprovação da mãe.
Já quanto à história, eu tenho diversas críticas.
Primeiro, inventaram tantos personagens que não contribuíram em quase nada com a trama. Principalmente os chefs concorrentes, a família do Aek.
E o chef jovem, tinha um plano mirabolante pra destruir a concorrência e não deu em nada, porque o Chef Aue nem concorria com ele. Ficou muito mal contada essa parte.
E por fim, nos dois últimos capítulos, achei tudo corrido. A reconciliação mais estranha que já vi, faltou uma conversa, um pedido de desculpa. Mas o Aek já chegou sorrindo, fiquei sem entender nada.
Depois o chef das sobremesas, com um romance sem química alguma e um sonho que ninguém conhecia até ele finalmente resolver abrir o restaurante dele.
Porém, apesar de tudo o que disse acima, eu gostei muito da história e dos personagens principais. Passou verdade, sinceridade. E seguiu a fórmula de "1000 stars", de que não precisa de beijão pra provar que existe amor entre os personagens. Porque amor tem mais a ver com cumplicidade do que com sensualidade.