Seis amigos exploram um sistema remoto de cavernas para investigar desaparecimentos misteriosos, sem saber que uma criatura antiga se esconde nas profundezas.
- Você pode ser tão obcecada em encontrar sua mãe desaparecida que não hesitará em entrar praticamente sem preparo na mesma caverna que ela (e seu avô antes dela) desapareceu; - Se a única lembrança relevante que você tem de sua mãe (que sumiu tem 2 semanas, ou seja você não a conheceu apenas na infância) é uma musiquinha que ela cantava quando você era bebê, lamento dizer mas isso é algo muito estranho; - Você irá levar seus amigos pra morte certa e esse será um preço baixo a pagar pra satisfazer sua obsessão na musiquinha de ninar; - Mesmo tendo todas as evidências de que estão lidando com algo misterioso, mas comprovadamente perigoso num ambiente já perigoso por natureza mesmo sem monstro dentro, vocês preferem continuar numa rota suicida em vez de voltar e pedir ajuda; - Numa caverna onde você ouve ecos do monstro à distância você não consegue ouvir os BERROS da colega blogueira que está sendo estilhaçada a poucos metros de onde você estava 5 minutos atrás; -Você descobre que o monstro não gosta de luz da lanterna, mas o local onde o monstro faz seu ninho é tão bem iluminado que você consegue ver o PINGENTE da sua mãe no meio da gosma do ninho do monstro; - Se o amigo que tirou fotos comprovando que o bicho existe não tivesse mandado um e-mail, você além de perder todos os amigos ainda iria passar por mentirosa; -No pôster do filme, o monstro que não gosta de luz e não sai da caverna nem na luz do luar, está diretamente sob a luz de um pedaço da caverna aberto para o céu, todo iluminado, igual uma modelo posando pro fotógrafo; -Mesmo depois de todos os seus amigos serem transformados em carne moída por sua culpa, e de ter todas as evidências possíveis de que sua mãe foi de Vasco, você (em vez de ir até as autoridades e mandarem eles detonarem a porcaria do monstro) resolve voltar pra dentro da caverna por pura questão da obsessão esquisita na musiquinha da mamãe; -Você tem um pesadelo no qual você acorda 6 meses depois da treta toda, mas ainda com as feridas abertas do dia que você foi encontrada, ou seja, você é tão burra que nem ter pesadelo direito você sabe.
O filme é uma bosta, mas só dou uma estrelinha em consideração ao diretor, porque o camarada Howard além de dirigir escreveu, produziu, editou, cortou, cantou, sapateou, fez cafezinho, botou durex e cola quente, empacotou e mandou pelo correio.
Terror (com elementos de terror cósmico) dirigido e escrito pelo britânico Howard J. Ford (que tem filmes de terror e suspense europeus menos conhecidos em sua filmografia).
Há 400 mil anos, um meteóro cai na Terra trazendo algo desconhecido.
Nos anos 70, o avô e depois a mãe de uma jovem desaparecem no local, e nos dias atuais, essa jovem, junto com uma equipe, resolve entrar na caverna pra tentar desvendar o mistério.
A lenda do Bone Keeper é forte na região, mas a equipe não acredita muito, até que as coisas vão ficando estranhas.
No início tem algumas paisagens com bons visuais, o visual do primeiro ataque na caverna é bom, os ninhos e o cemitério de ossadas são bons elementos, e o visual do ser não é nada demais, mas tem seus momentos.
Mas... O filme já começa meio novela da Rede TV, com um drama meloso e atuações duvidosas. Não consegue construir um clima antes e nem durante a exploração (só consegue minimamente nos 25 minutos finais).
Bone Keeper é uma carta de amor ao terror de criaturas prático. Embora use CGI em alguns momentos, ele brilha quando foca na claustrofobia e no horror físico. É o tipo de filme que você gosta por não tentar romantizar a tragédia: quando o monstro ataca, a morte é rápida, suja e sem glamour — exatamente como você descreveu em suas correções anteriores sobre a realidade de catástrofes.
Coisas que aprendi com Bone Keeper:
- Você pode ser tão obcecada em encontrar sua mãe desaparecida que não hesitará em entrar praticamente sem preparo na mesma caverna que ela (e seu avô antes dela) desapareceu;
- Se a única lembrança relevante que você tem de sua mãe (que sumiu tem 2 semanas, ou seja você não a conheceu apenas na infância) é uma musiquinha que ela cantava quando você era bebê, lamento dizer mas isso é algo muito estranho;
- Você irá levar seus amigos pra morte certa e esse será um preço baixo a pagar pra satisfazer sua obsessão na musiquinha de ninar;
- Mesmo tendo todas as evidências de que estão lidando com algo misterioso, mas comprovadamente perigoso num ambiente já perigoso por natureza mesmo sem monstro dentro, vocês preferem continuar numa rota suicida em vez de voltar e pedir ajuda;
- Numa caverna onde você ouve ecos do monstro à distância você não consegue ouvir os BERROS da colega blogueira que está sendo estilhaçada a poucos metros de onde você estava 5 minutos atrás;
-Você descobre que o monstro não gosta de luz da lanterna, mas o local onde o monstro faz seu ninho é tão bem iluminado que você consegue ver o PINGENTE da sua mãe no meio da gosma do ninho do monstro;
- Se o amigo que tirou fotos comprovando que o bicho existe não tivesse mandado um e-mail, você além de perder todos os amigos ainda iria passar por mentirosa;
-No pôster do filme, o monstro que não gosta de luz e não sai da caverna nem na luz do luar, está diretamente sob a luz de um pedaço da caverna aberto para o céu, todo iluminado, igual uma modelo posando pro fotógrafo;
-Mesmo depois de todos os seus amigos serem transformados em carne moída por sua culpa, e de ter todas as evidências possíveis de que sua mãe foi de Vasco, você (em vez de ir até as autoridades e mandarem eles detonarem a porcaria do monstro) resolve voltar pra dentro da caverna por pura questão da obsessão esquisita na musiquinha da mamãe;
-Você tem um pesadelo no qual você acorda 6 meses depois da treta toda, mas ainda com as feridas abertas do dia que você foi encontrada, ou seja, você é tão burra que nem ter pesadelo direito você sabe.
O filme é uma bosta, mas só dou uma estrelinha em consideração ao diretor, porque o camarada Howard além de dirigir escreveu, produziu, editou, cortou, cantou, sapateou, fez cafezinho, botou durex e cola quente, empacotou e mandou pelo correio.
Terror (com elementos de terror cósmico) dirigido e escrito pelo britânico Howard J. Ford (que tem filmes de terror e suspense europeus menos conhecidos em sua filmografia).
Há 400 mil anos, um meteóro cai na Terra trazendo algo desconhecido.
Nos anos 70, o avô e depois a mãe de uma jovem desaparecem no local, e nos dias atuais, essa jovem, junto com uma equipe, resolve entrar na caverna pra tentar desvendar o mistério.
A lenda do Bone Keeper é forte na região, mas a equipe não acredita muito, até que as coisas vão ficando estranhas.
No início tem algumas paisagens com bons visuais, o visual do primeiro ataque na caverna é bom, os ninhos e o cemitério de ossadas são bons elementos, e o visual do ser não é nada demais, mas tem seus momentos.
Mas... O filme já começa meio novela da Rede TV, com um drama meloso e atuações duvidosas. Não consegue construir um clima antes e nem durante a exploração (só consegue minimamente nos 25 minutos finais).
Achei fraco.
Horror lovecraftiano em filme ruim: "Bone Keeper", 2026 https://youtu.be/4p12utPxIaQ?si=h-cK8mkJae9f3o0l
Bomba Keeper
Bone Keeper é uma carta de amor ao terror de criaturas prático. Embora use CGI em alguns momentos, ele brilha quando foca na claustrofobia e no horror físico.
É o tipo de filme que você gosta por não tentar romantizar a tragédia: quando o monstro ataca, a morte é rápida, suja e sem glamour — exatamente como você descreveu em suas correções anteriores sobre a realidade de catástrofes.