Dirigido por
Duração
A história de Kiki é mostrada em diferentes fases de sua vida. Com a mãe internada, ela é criada pela avó, que não se preocupa com ela. Seu refúgio é a escola. Sua vida antes dos 30 está bem longe de ser um conto de fadas. Ela se envolve com diversos homens, um após o outro. Sexo e álcool são suas únicas saídas e sua rotina. Mas aos 30 anos, Kiki enfrenta o maior de todos os desafios: aprender a amar a si mesma. Adaptação dos romances Borderline e La Brèche, da canadense Marie-Sissi Labrèche.
Sem anúncios
Aproveite o melhor do Filmow sem interrupções
Se sente incomodado com o próprio roteiro e não consegue impor grandes momentos como deveria.Um filme com medo de ser feliz.
>Assistido em 14 de Janeiro de 2025
A moça do cartaz tá fazendo o que eu acho que ela tá fazendo?
Vi sem me apegar ao transtorno, ou espectro , fui na curiosidade de ir absorvendo a vida da Kiki, entendendo mais da construção dessa pessoa, e é incrível como essa garota não desenvolveu algo bem pior vivendo e crescendo em um ambiente tão insalubre.
Sou uma pessoa que não se encaixa no mundo, despertou curiosidade, já disseram que tenho autismo, um pouco de narcisismo, e agora vejo muito do espectro, as suas devidas proporções, e é muito curioso perceber que a psique simplesmente não se permite, e juiz e algoz da propria personalidade, realmente destrói e humilha o ser humano.
Talvez por não se ater a doença, e sim a todo drama, gostei bastante, pensei que ia em um andamento meio sexual, mas ate isso faz parte da historia, tem o seu por que, é o mais difícil foi observar que no final das contas muitos se aproveitaram da fraqueza da Kiki, de seu vicio e falta de controle, mas como entender também, perceber..Sua historia com o seu professor tão comum, vivi uma situação tao perto que me da gatilho de odio ver retratado todo quadro...professor se aproveitando de aluna...besta que acredita..em fim
De novo a parte mais dramática do crescimento depois de um desgaste humano foi o que me chamou mais atenção, dos amigos, da forma como essa mulher foi se desenvolvendo dentro desse buraco de loucura..gostei pacas.
Sendo Borderline, eu digo: podemos fazer das nossas vidas um inferno. E o pior... É um inferno conseguir ter uma relação normal com alguém. Gostei muito do filme.
Retratou bem o transtorno limítrofe, gostei muito da fotografia e do modo em que as cenas foram dirigidas fazendo com que as várias fases da vida da protagonista ornassem no decorrer do filme. Porém acho que faltou explorar mais o lado "selvagem" do transtorno, fora do sentido sexual, a raiva, o ódio, explosões, poucas cenas contém isso, e ainda assim sem o peso que deveria ter, ao meu ver. A construção da Kiki e sua vó e mãe é outro ponto positivo, enfim, algumas cenas e diálogos foram extremamente marcantes. Acredito que para quem não possui borderline ou não conheça algm que tenha, o filme soe chato e tedioso mesmo, meio sem pé nem cabeça, pasmem, assim se sente quem vive esse problema.