Christabel enlouquece a todos, incluindo sua prima Donna e o afortunado namorado dela, Curtis. O único que vê através de sua fachada é Nick, um escritor apaixonado por ela. Christabel também ama Nick, mas ela ama mais o dinheiro de Curtis.
Christabel é uma verdadeira cobra de duas cabeças. À primeira vista, parece uma mulher doce e inocente, mas aos poucos revela sua verdadeira natureza: manipuladora, desprezível e narcisista.
Embora o filme tenha problemas relacionados à sua época, ele é interessante e traz uma boa história. Os personagens, com exceção de alguns, são bem originais e cativantes. Christabel, sem dúvida, se destaca, sendo totalmente odiável do começo ao fim. Ela faz tudo para seu próprio benefício, sem se importar com quem prejudica no caminho.
O filme cumpre sua missão e entrega uma narrativa decente.
Born to Be Bad é um ótimo filme do inigualável Nicholas Ray. Infelizmente, percebemos aqui um dos mais graves problemas enfrentados pelo diretor durante toda sua carreira: a enorme interferencia do estúdio em seus trabalhos. Para quem conhece o estilo de Ray, fica evidente desde os letreiros iniciais que esta é uma obra cujas concessões foram maiores do que o limite aceitável. Apesar da direção ágil e a boa condução de seu elenco, Ray parece a todo momento dirigir um projeto que nao é seu. É semelhante ao filme Spartacus, de Stanley Kubrick: um ótimo filme, mas sem a autenticidade de Kubrick. Nicholas Ray também tinha um estilo muito autoral de fazer Cinema. Talvez por isso sempre esperamos um diferencial em seus filmes, uma marca que só ele era capaz de imprimir.
Christabel é uma verdadeira cobra de duas cabeças. À primeira vista, parece uma mulher doce e inocente, mas aos poucos revela sua verdadeira natureza: manipuladora, desprezível e narcisista.
Embora o filme tenha problemas relacionados à sua época, ele é interessante e traz uma boa história. Os personagens, com exceção de alguns, são bem originais e cativantes. Christabel, sem dúvida, se destaca, sendo totalmente odiável do começo ao fim. Ela faz tudo para seu próprio benefício, sem se importar com quem prejudica no caminho.
O filme cumpre sua missão e entrega uma narrativa decente.
"Qual o caminho mais rápido para fora daqui?"
"Pela janela"
HUSAHUASHUHUSA
Jamais imaginei Joan Fontaine em um papel de uma mulher interesseira e mau caráter e ela deu conta direitinho do recado.
Born to Be Bad é um ótimo filme do inigualável Nicholas Ray. Infelizmente, percebemos aqui um dos mais graves problemas enfrentados pelo diretor durante toda sua carreira: a enorme interferencia do estúdio em seus trabalhos. Para quem conhece o estilo de Ray, fica evidente desde os letreiros iniciais que esta é uma obra cujas concessões foram maiores do que o limite aceitável. Apesar da direção ágil e a boa condução de seu elenco, Ray parece a todo momento dirigir um projeto que nao é seu.
É semelhante ao filme Spartacus, de Stanley Kubrick: um ótimo filme, mas sem a autenticidade de Kubrick. Nicholas Ray também tinha um estilo muito autoral de fazer Cinema. Talvez por isso sempre esperamos um diferencial em seus filmes, uma marca que só ele era capaz de imprimir.
Um classico delicioso!