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Data de lançamento
6 Out. 2017Duração
Bradley Thomas é um ex-boxeador que perde o emprego como mecânico e resolve trabalhar, contra a vontade, como entregador de drogas, unicamente para dar uma vida melhor à esposa que está grávida do seu primeiro filho. Depois de uma entrega de rotina sair terrivelmente errado, Bradley é preso e mergulha num inferno de extrema violência.
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Marília Mendonça: Sentimento Louco
Brutalidade, né? Eu já ouvi sobre esse diretor uma vez, então esperava um tanto disso. Eu gosto de como ele trabalha a relação com os espaços de poder e a impotência, num equilíbrio quase perfeito. O personagem não é necessariamente um ser movente...ele é quase como uma sacola vazia jogada no asfalto, que vai parar onde o vento leva (esse é o melhor de analogia que eu tenho pra um domingo a noite). O sonho americano está morto e enterrado, e aqui a lógica tá mais voltada pra terra arrasada que ficou, e o que você faz com os restos. Cenas de luta sem vaselina alguma, e você quase sente as porradas (tô pra te falar que metade das estrelas são só por esse elemento). "Céu" e "Inferno" bem destacados no design de produção e na fotografia das duas penitenciárias. Você sente a podridão nos níveis mais baixos e dá graças a deus pela tv não sair o cheiro da cena. Zahler é um fã descarado de Tarantino, e isso se nota de longe. Esse filme te deixa com uma coceira constante, porque você sente que era o Jason Statham que devia tá aí, mas aí se conforma com o Penetra Bom de Bico, que tá surpreendentemente bom aqui, e realmente se mostra ameaçador. Dá pra comprar. Não gosto de como a esposa grávida é usada como um mero recurso de roteiro (outra sacola vazia no asfalto, mas que tá amarrada na primeira e com alguma embalagem vazia dentro pra dar peso). Ela serve basicamente pra trair o brutamontes, ficar grávida e ser sequestrada. Acabou. Final com gosto de comida da prisão, o que me faz pensar que talvez a obra cumpriu com o seu propósito 👍
Aquele filme trash padrão estilo anos 80, lembra muito o antigo Cine Trash e seus Maniac Cop. Vale pela violência gráfica, as vezes exagerada e algumas boas cenas de luta como a contra o policial no corredor da prisão. Infelizmente o final é um tanto fraco e clichê, típico de filmes de baixo orçamento.
Vince Vaughn está muito bem, ameaçador , brutal e silencioso.
Que baita filmaço! Se existisse uma competição de pior lugar do mundo para se estar, o Bloco 99 ganhava fácil. A obra transforma a prisão em um labirinto de tortura infernal onde o protagonista tem que passar por chefões de fase como se fosse um videogame sangrento. A estética é crua, as cores são pesadas e o sentimento é de claustrofobia total.
A determinação do Bradley é o que move a trama. Ele não para por nada, nem por dor física nem por ameaças. É gratificante e assustador ver um ser humano chegar a esse nível de eficiência na violência. Claro que tudo isso graças a atuação impecável do Vince Vaughn. Um dos melhores filmes sobre descida ao abismo que já tive o prazer de assistir.
Se fosse o Jason Statham no lugar do Vince Vaughn, o filme seria duas vezes melhor.
Um verdadeiro soco no estômago!
O filme "Confronto no Pavilhão 99" (Brawl in Cell Block 99), lançado em 2017, é um thriller policial de ação visceral dirigido por S. Craig Zahler. A trama acompanha Bradley Thomas (interpretado por Vince Vaughn), um ex-boxeador e mecânico que, após perder o emprego e enfrentar crises no casamento, passa a trabalhar como traficante de drogas.
Extremamente violento e brutal, o enredo vai direto ao ponto e é pautado pela tensão constante. É um filme deprimente e um tanto desafiador; quem curte o gênero consegue captar a essência e a atmosfera densa da obra.
Conferido em 07/02/26 no Super Tela (Record TV). Pela proposta apresentada, vale 4 estrelas.