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Data de lançamento
28 Abril 2011Duração
Lillian (Maya Rudolph) vai se casar e convida a amiga Annie (Kristen Wiig) para ser sua madrinha. Ela, que enfrenta problemas profissionais e amorosos, resolve se dedicar à função de corpo e alma. Só que, logo no primeiro evento organizado, Annie conhece Helen (Rose Byrne), uma bela e rica mulher que quer ser a nova melhor amiga de Lillian. As duas logo passam a disputar a proximidade da amiga, assim como o posto de organizadora do casamento e demais eventos pré-nupciais.
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Revendo esse filme pra ver se o problema foi com a primeira vez que eu vi, mas o problema pra mim é o filme mesmo e principalmente a Kristen Wiig. Tenho problema com as personagens egocêntricas que ela costuma fazer, além de não acha-la nada engraçada. Fora que é um grande desperdício de elenco e principalmente da Maya Rudolph com um papel tão sem graça
Por se tratar de um filme que concorreu a oscar de roteiro, esperava bem mais.
Tem seus momentos engraçados, principalmente quando Kristen Wiig e Melissa McCarthy estão em cena! São disparadamente as melhores do elenco!
Desde que eu assisti a “Se eu tivesse pernas, eu te chutaria”, fiquei com vontade de revisitar os filmes com a participação da Rose Byrne. Alguns dias atrás, na programação da TV a cabo, assisti um pouquinho de “Annie”, filme que me introduziu a essa baita atriz (e que, desde então, existe e persiste na minha memória). Mas ver “Missão madrinha de casamento” era uma lacuna no meu portfólio que já era hora de preencher.
Eu tinha uma vaga lembrança de coisas que aconteciam nesse filme, pois devo ter visto partes em alguma sessão da tarde. Do que eu me lembrava mesmo era da cena do churrasco brasileiro.
Um filme de comédia é feito, única e exclusivamente, para garantir algumas risadas do público? Eu acho que bons filmes de comédia podem ser mais do que isso. Para mim, o grande (e talvez único) trunfo do filme é a Kristen Wiig. Eu curto bastante o tipo de humor físico que ela faz e, olha, devo admitir, foi uma grata surpresa, depois de uma grande decepção que foi o tipo de papel entregue nas ótimas mãos de Maya Rudolph.
Minha primeira e maior pergunta foi: como vocês me botam a Maya em um filme de comédia para um papel em que ela não precisa fazer comédia? É um erro dos mais crassos. Contudo, somos presenteados com Kristen que, mesmo envolta em um roteiro que exagera nas piadas sexuais, consegue se sair bem.
Eu gosto da proposta de reunir em um mesmo lugar ótimas atrizes de comédia, mas é curioso, são muitas as vezes em que filmes reúnem os maiorais de Hollywood para um roteiro meia-boca e o resultado final é medíocre. Em “Missão madrinha de casamento”, há algumas boas piadas, que funcionam e fazem rir, porém, eu fiquei muito incomodado com a insistência do roteiro em piadas que não eram boas. Já estava feio, precisava insistir no erro?
Um ponto positivo para mim foi a espécie de comédia romântica entre a Annie e o Rhodes. Houve um momento em que me peguei torcendo pelo casal. Ah, e voltando por onde eu comecei, a Rose Byrne está ótima também. Infelizmente, a personagem de McCarthy é meio chata, mas dá para aturar.
Apesar de não ser um excelente filme de comédia, é muito fácil de assistir e de querer ver um pouquinho mais: em alguns momentos, pela expectativa de que venha alguma piada realmente muito boa; em outros momentos, porque o elenco empresta fôlego ao roteiro mais ou menos.
Ok, mas estar entre os 100 melhores filmes do século 21 do NYT já é demais
Boring!!