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Terror psicológico dos bons!
Atmosfera imersiva do século 14 em um Japão dilacerado pela guerra, com vidas estagnadas apenas na busca pela sobrevivência.
As cenas são belíssimas, muito bem enquadradas e iluminadas, com uma trilha sonora explosiva e enervante, com percussão que só faz crescer a tensão.
Uma fábula que retrata muito bem o quanto as crenças sobre castigo divino, vida após a morte e pecado podem ditar o comportamento das pessoas. O filme demonstra bem o quanto somos "bichos", com necessidades primitivas e irracionais. Na medida que a história avança, sentimentos como inveja, ciúme e obsessão surgem também como forma de sobrevivência em um mundo onde não existe fuga da realidade brutal.
Sem dúvida um filme para ver e nunca mais esquecer!
Dá gatilhos enormes sobre a época da pandemia, quando as emoções das pessoas estavam à flor da pele.
O xerife vivido por Joaquin Phoenix é repugnante, e dá mais raiva por lembrar de tantos comportamentos semelhantes na vida real nessa época.
Retrata bem o quanto a internet, mais do que nunca, cria "bolhas sociais", onde temas importantes se transformam em pautas vazias e panfletárias.
É um filme excessivamente longo, que trata de temas interessantes de maneira superficial.
Hotéis antigos dão calafrios naturalmente.
Mesmo com ótima ambientação, "Hokum" é uma completa bagunça. Não sabe se foca no sobrenatural, no drama do protagonista ou nos "plot twists de suspense do super cine".
Os personagens secundários são enfadonhos, com exceção apenas da Fiona.
Deixa a desejar.