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Data de lançamento
18 Julho 2025Duração
Durante a pandemia de Covid-19, uma desavença entre o xerife (Joaquin Phoenix) e o prefeito (Pedro Pascal) de uma pequena cidade do Novo México chamada Eddington rapidamente transforma o local em caos. Vizinhos são colocados uns contra os outros, deixando para trás a serenidade e tranquilidade que aparentemente predominava na cidade.
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Um dos filmes que melhor abordou essa distopia de polarização que estamos vivendo nos últimos 15 anos, me lembrou as loucuras dos anos de bolsonarismo com Roberto Jefferson atirando da porta da casa... Zambelli pela rua armada atrás de pessoas... (Sim , hj parece até que foi um sonho ou pesadelo, mas realmente aconteceu) .. tb lembro bem da esquerda identitária meio histérica e perdida fazendo algumas loucuras usando as redes sociais nesse clima que o filme mostra... O problema é que o filme se perde um pouco em tantas possibilidades... Mas a forma de abordar a questão é interessante...
Que doideira de história, uma miscelânea de ideias, mas que está muito alinhada com os tempos atuais. O filme é recheado de hipocrisias, contradições e ironias… como a vida dá voltas e entrega respostas interessantes. Rs
Joaquin Phoenix está excelente, como sempre. A atuação dele sustenta muito bem o filme.
A narrativa vai construindo uma tensão, dando a entender que uma grande merda está prestes a ocorrer. Achei porém, que tive uma quebra de expectativa, mas isso não foi de todo ruim, justamente por fugir da estrutura previsível dos filmes americanos.
A cena do jantar com o guru/coach foi ótima! Os diálogos e teorias. Assim como, os discursos dos jovens idealistas, cronicamente on-line, protestando kkkkk. Muito bom!
O que não me convenceu foi a existência da personagem da Emma Stone e do próprio guru. Achei ambos meio dispensáveis. A mudança de postura do xerife e as decisões que ele toma depois poderiam ter sido motivadas por outros acontecimentos, sem a necessidade desses personagens.
No geral, gostei do filme, mas acho que ele é esquecível. Um pouco longo tb.
Seria extremamente contraditório e até cômico, se ele estivesse com COVID e morresse por causa disso. Mas o desfecho que o filme escolhe foi ainda mais satisfatório justamente por reforçar todas as contradições que vinha sendo construída ao longo da história.
O filme é interessante justamente pelos temas que aborda, explorando paranoia, polarização política, redes sociais e o clima de tensão presente na época da covid. Mas, mesmo assim, achei muito longo e um pouco arrastado em alguns momentos e, já na reta final, perde bastante o ritmo.
Depois de Beau, em que Ari Aster claramente perdeu a mão KKK, achei esse mais coeso. Não é um filme perfeito, mas vale a pena assistir.
Esse ''dois ladismos'' do ari aster é um argumento muito bobo ingenuo e incorreto
Achei que pela filmografia do Ari Aster, este é um filme regular, mas isso não quer dizer que é bom, eu adorei na verdade, especialmente a atuação de Joaquin Phoenix, que está em uma atuação que carrega o filme nas costas, é a segunda colaboração dele com Aster, se não me engano, ele também fez Beau, que é um filme muito louco, bem cara do Aster, para quem gosta de sua filmografia vale a pena assistir.