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Data de lançamento
13 Julho 2017Duração
Na Operação Dínamo, mais conhecida como a Evacuação de Dunquerque, soldados aliados da Bélgica, do Império Britânico e da França são rodeados pelo exército alemão e devem ser resgatados durante uma feroz batalha no início da Segunda Guerra Mundial. A história acompanha três momentos distintos: uma hora de confronto no céu, onde o piloto Farrier (Tom Hardy) precisa destruir um avião inimigo, um dia inteiro em alto mar, onde o civil britânico Dawson (Mark Rylance) leva seu barco de passeio para ajudar a resgatar o exército de seu país, e uma semana na praia, onde o jovem soldado Tommy (Fionn Whitehead) busca escapar a qualquer preço.
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Entendi foi nada, ninguém conversa com ninguém.
Monótono ao ponto de dar sono.
Imersão absurda!
Da trilha sonora enervante ao grande elenco (de Harry Styles a Cillian Murphy), tudo se transforma em uma grandiosa experiência!
Dunkirk é um filme de guerra que foge um pouco da formúla convencional, e o Nolan acertou em cheio nessa abordagem. A filmografia é mais lenta, contemplativa, focada em cenários desoladores e em atuações que transmitem a luta brusca pela sobrevivência, com mto desespero mas sem precisar de diálogos exagerados. A trilha sonora do Hans Zimmer é angustiante, aquele tic-tac constante te deixa ansioso do início ao fim, contrastando perfeitamente com a tensão visual.
As três linhas narrativas terra, mar & ar, mesmo sem conexão direta entre os personagens, funcionam muito bem. Cada uma mostra um pedaço isolado daquele episódio histórico, e quando tudo converge no final, faz sentido, mesmo sendo confuso a linha temporal das cenas. As batalhas aéreas são incríveis, mostram de forma fiel a tecnologia da época dentro do cockpit do piloto, e o
personagem do Tom Hardy, mesmo tocando o solo só no finalzinho,
Os soldados aqui não são heróis épicos, são vítimas tentando não morrer. Essa inversão pode ser estranha & espantosa, mas necessária. O diretor Chistopher Nolan, mostrou o lado cru e desesperador da guerra, sem glamourizar nada. Ficou fantástico mesmo.
Sem discurso patriótico, sem música épica no sentido clássico. Só desespero, barulho e tempo passando devagar demais.
Nolan constrói uma experiência sensorial de guerra, focando mais na sobrevivência do que em personagens específicos.
A edição e o som são protagonistas. A frieza emocional pode afastar alguns, mas o realismo e a imersão são impressionantes.