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Diário íntimo e pessoal do diretor, Roberto Berliner, e sua mulher, Ana Amélia, sobre o dia em que levaram para casa seu novo bebê: Helena, sua segunda filha, que foi adotada e encontrará Antonio, filho do casal, pela primeira vez.
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No início, estava desconfiado: qual a função disso? Por que tamanha exposição pessoal?
Aos poucos, fui percebendo que o que incomodava-me inicialmente em sua pressuposta antieticidade converteu-se num documento íntimo compartilhado, tal qual antecipado via sinopse. Com o benefício de apresentar um viés positivo da burocracia, evitando o desprezo comum pelo serviço público, ainda que, nas entrelinhas, percebamos certo caos. Como a montagem fílmica é caótica em seu teor doméstico, tudo flui bem: o sorriso extremo no rosto da Ana Amélia compensa tudo. E digo mais, confesso: fui pesquisar o perfil facebookiano da Helena Berliner ao final. Ela existe: está linda! <3 (WPC>)
tentou ser uma kawase/petra costa da vida,mas deu nisso ai
Existe uma confusão entre registro familiar e documentário.