Até que não achei tão ruim, dá pra ver numa boa. Atuações fracas, mas é de praxe desse gênero de baixo orçamento, a violência é bem simplória e quase inexistente, o que se dá uma destacada é a ambientação da cabana que é bem bonita. Não conhecia este emblemático e misterioso caso da Cabana 28, que até hoje deixa dúvidas no ar.
Mas francamente, tá muito na cara que os assassinos eram o Martin e o Bo, além disso é nítido que as autoridades acobertaram o caso.
Não só isso, mas o mais bizarro de tudo, é que o próprio Martin, um dos maiores suspeitos desde o início, teria confessado informalmente ao próprio terapeuta que cometeu os assassinatos. Ele teria dito algo como:
“Matei as mulheres, mas não tive nada a ver com a criança” (tradução livre de relatos da época)
Essa suposta confissão foi levada ao conhecimento do FBI por esse terapeuta anos depois, o que levanta uma tonelada de perguntas, tipo:
Por que isso não foi levado adiante na época?
Por que ele nunca foi formalmente indiciado?
Como as autoridades ignoraram uma confissão como essa?
Além disso, há documentos e testemunhos que indicam que o xerife da época era amigo pessoal do Martin, o que levanta suspeitas fortíssimas de encobrimento. Também é estranho que o Bo, que era foragido e amigo do Martin, estava “hospedado” com ele na época, e ninguém nunca investigou isso direito.
Ou seja, tudo cheira a negligência proposital, no mínimo — e, no máximo, um conluio real para proteger os envolvidos.
E as coisas não acabam por aí, em 2016, um famoso jornal da Califórnia, The Sacramento Bee publicou uma matéria onde mostrava a carta que Martin Smartt havia escrito para sua esposa logo após os assassinatos na cabana 28, quando ele teria dirigido para o estado de Nevada: “Paguei o preço do seu amor e agora o comprei com a vida de quatro pessoas”.
A carta foi “esquecida” na investigação e nunca admitida como prova, assim como Marilyn Smartt, uma mulher que sofria violência doméstica e que possivelmente foi silenciada pelos abusos, nunca foi levada em consideração, nem mesmo quando veio a público em 2008 afirmando que Smartt havia matado os Sharp.
O "mistério" dos assassinatos de Keddie nunca teve a ver com quem cometeu o crime, mas como a força-tarefa de uma operação de 4 mil oficiais foi incapaz de determinar o óbvio assassino.
a mãe consegue acertar o invasor com taco de beisebal, mas ela nem se preocupa em tirar a máscara dele enquanto está desmaiado, nem tentar amarrar ele, ou melhor, "terminar" o serviço, o mesmo ocorre com a filha que consegue acertar uma facada no outro invasor, prefere sair correndo do que tentar acabar o que começou.
04/09/2026
lixo
01/03/26
Até que não achei tão ruim, dá pra ver numa boa. Atuações fracas, mas é de praxe desse gênero de baixo orçamento, a violência é bem simplória e quase inexistente, o que se dá uma destacada é a ambientação da cabana que é bem bonita. Não conhecia este emblemático e misterioso caso da Cabana 28, que até hoje deixa dúvidas no ar.
Mas francamente, tá muito na cara que os assassinos eram o Martin e o Bo, além disso é nítido que as autoridades acobertaram o caso.
Não só isso, mas o mais bizarro de tudo, é que o próprio Martin, um dos maiores suspeitos desde o início, teria confessado informalmente ao próprio terapeuta que cometeu os assassinatos. Ele teria dito algo como:
“Matei as mulheres, mas não tive nada a ver com a criança”
(tradução livre de relatos da época)
Essa suposta confissão foi levada ao conhecimento do FBI por esse terapeuta anos depois, o que levanta uma tonelada de perguntas, tipo:
Por que isso não foi levado adiante na época?
Por que ele nunca foi formalmente indiciado?
Como as autoridades ignoraram uma confissão como essa?
Além disso, há documentos e testemunhos que indicam que o xerife da época era amigo pessoal do Martin, o que levanta suspeitas fortíssimas de encobrimento. Também é estranho que o Bo, que era foragido e amigo do Martin, estava “hospedado” com ele na época, e ninguém nunca investigou isso direito.
Ou seja, tudo cheira a negligência proposital, no mínimo — e, no máximo, um conluio real para proteger os envolvidos.
E as coisas não acabam por aí, em 2016, um famoso jornal da Califórnia, The Sacramento Bee publicou uma matéria onde mostrava a carta que Martin Smartt havia escrito para sua esposa logo após os assassinatos na cabana 28, quando ele teria dirigido para o estado de Nevada: “Paguei o preço do seu amor e agora o comprei com a vida de quatro pessoas”.
A carta foi “esquecida” na investigação e nunca admitida como prova, assim como Marilyn Smartt, uma mulher que sofria violência doméstica e que possivelmente foi silenciada pelos abusos, nunca foi levada em consideração, nem mesmo quando veio a público em 2008 afirmando que Smartt havia matado os Sharp.
O "mistério" dos assassinatos de Keddie nunca teve a ver com quem cometeu o crime, mas como a força-tarefa de uma operação de 4 mil oficiais foi incapaz de determinar o óbvio assassino.
Uma palhaçada
Atitudes questionáveis dos personagens que tem a casa invadida,
a mãe consegue acertar o invasor com taco de beisebal, mas ela nem se preocupa em tirar a máscara dele enquanto está desmaiado, nem tentar amarrar ele, ou melhor, "terminar" o serviço, o mesmo ocorre com a filha que consegue acertar uma facada no outro invasor, prefere sair correndo do que tentar acabar o que começou.