Marquinhos (Lúcio Andrey) mora na favela da Rocinha, na cidade do Rio de Janeiro. Ele se envolve com Débora (Priscila Assum), uma jovem de classe média alta com quem passa a enfrentar a vida adulta e diversas dificuldades que tentam separá-los.
Assisti no FESTIVAL ESTAÇÃO VIRTUAL: 35 ANOS DE CINEMA BRASILEIRO que rolou on-line entre os das 6 e 31 de maio de 2021. Isso é MALHAÇÃO feita pro cinema. O que já não é bom como novela, dificilmente seria bom como filme. Mas acho que isso aqui é ainda pior que a novelinha da Globo. A montagem do filme é toda zoada, com uns cortes abruptos nas cenas. As situações são muito forçadas e a atuação ruim só piora ainda mais. Parece até que o filme não tem direção, ou preparação de elenco, pois tem cenas que os atores ficam improvisando esperando que algo aconteça ou que alguém lhes diga "corta". Exemplo disso é a cena em que o irmão do protagonista é arrastado com o braço preso pra dentro do carro, que a sogra dele dirigia, onde pela câmera do banco de trás parece que a atriz na direção do veículo está com dificuldades de pará-lo, enquanto a outra no banco do carona, que faz o papel da filha, fica gritando coisas aleatórias e repetitivas. Essa cena por exemplo, ao final dela tem um corte esquisitíssimo e não é dito o que ocorreu com o menino, que aparece bem mais adiante. Conforme o filme avança há uma sucessão de cenas que parecem completamente sem sentido na trama. Surgem uns personagens nada a ver que passam a ganhar arco só pra desembocar numa cena de violência estúpida, que não precisava contextualizar tanto aqueles personagens para que ela ocorresse. E o filme simplesmente não tem final. Rola algumas cenas confusas e desconexas e não dá pra saber ao certo o que está aconteceu ali. O filme parece ser bem amador. Nota 2 de 10.
Um total e completo lixo
é bem feitinho.
Assisti no FESTIVAL ESTAÇÃO VIRTUAL: 35 ANOS DE CINEMA BRASILEIRO que rolou on-line entre os das 6 e 31 de maio de 2021. Isso é MALHAÇÃO feita pro cinema. O que já não é bom como novela, dificilmente seria bom como filme. Mas acho que isso aqui é ainda pior que a novelinha da Globo. A montagem do filme é toda zoada, com uns cortes abruptos nas cenas. As situações são muito forçadas e a atuação ruim só piora ainda mais. Parece até que o filme não tem direção, ou preparação de elenco, pois tem cenas que os atores ficam improvisando esperando que algo aconteça ou que alguém lhes diga "corta". Exemplo disso é a cena em que o irmão do protagonista é arrastado com o braço preso pra dentro do carro, que a sogra dele dirigia, onde pela câmera do banco de trás parece que a atriz na direção do veículo está com dificuldades de pará-lo, enquanto a outra no banco do carona, que faz o papel da filha, fica gritando coisas aleatórias e repetitivas. Essa cena por exemplo, ao final dela tem um corte esquisitíssimo e não é dito o que ocorreu com o menino, que aparece bem mais adiante. Conforme o filme avança há uma sucessão de cenas que parecem completamente sem sentido na trama. Surgem uns personagens nada a ver que passam a ganhar arco só pra desembocar numa cena de violência estúpida, que não precisava contextualizar tanto aqueles personagens para que ela ocorresse. E o filme simplesmente não tem final. Rola algumas cenas confusas e desconexas e não dá pra saber ao certo o que está aconteceu ali. O filme parece ser bem amador. Nota 2 de 10.
Mais um filme fuleiro do pobre cinema brasileiro.
Para quem quer ver: http://youtu.be/28KQQ4gbMfQ