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Um agente federal obstinado, pai de dois rapazes adolescentes, é obrigado a deixar sua cidade para perseguir um grupo de bandidos. Logo ao voltar para casa descobre que o banco local foi assaltado, o xerife foi assassinado e um dos criminosos envolvidos é seu filho mais velho, aliciado por um notório fora-da-lei.
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Faroeste dramático em Technicolor da Batjac Productions e Warner Bros. O filme foi a 5° e última colaboração do diretor Andrew V. Mclaglen (1920-2014) com o ator John Wayne (1907-1979). John Wayne admitiu em particular que sentiu que havia perdido o interesse pelo filme na metade das filmagens, quando soube que o diretor aposentado John Ford (1894-1973) tinha câncer terminal.
A cena de abertura foi filmada inteiramente em um cenário fragmentado, complementado por pinturas em tela, em um estúdio da Warner Bros. O bigode de George Kennedy (1925-2016) era postiço. O filho de John, Michael Wayne (1934-2003), produziu o filme para a produtora de seu pai, a Batjac, que produziu muitos dos filmes posteriores de Wayne. O nome "Batjac" veio de O rasto da Bruxa Vermelha (48).
Western mais voltado para o drama, com poucas cenas de ação e com mensagem moralista. É uma estória muito profunda e pessoal sobre crianças negligenciadas por um pai que está apenas tentando fazer seu trabalho. Um dos últimos filmes de John Wayne é também considerado um dos seus piores, um esforço desesperado para conquistar o público jovem. Mas eu não achei tão ruim assim, mesmo não estando entre os melhores de John; tem um bom elenco de veteranos coadjuvantes que fizeram parte da maioria dos filmes do icônico ator principal.
Mostra a força da figura paterna.
Fraco exemplar da fase final da carreira de Wayne, onde nem a presença do astro e de George Kennedy consegue insuflar algum interesse. Dá a impressão de prato pra lá de requentado...
Mesmo na sua fase final (filmografia setentista) John Wayne não decepciona. Aqui, ele vive um pai de dois filhos, sendo um agente federal cujo descobrirá que após o retorno de uma viagem houve o assassinato de um delegado e assalto a banco que teve participação de seu filho mais velho. É bonito ver a interpretação de Wayne como um pai exemplar e que ensina a bons modos e a obediência as leis, fornecendo-lhe aos filhos, ensinamentos de moral e bons costumes. Há momentos poéticos, assim como, de construção de suspense. O elenco é eficiente e George Kennedy está mui convincente como vilão da estória. Pode até não ser e não figurar entre as maiores obras da carreira de John Wayne, tal qual as primeiras, mas, confere uma ótima aventura westen de um pai e dois filhos numa trama de redenção e bons ensinamentos.
Não foi um dos melhores, mas, ainda assim, não foi ruim!