Certa manhã, duas crianças são deixadas em frente à portaria de um prédio em Ipanema, sem nenhuma explicação a não ser um pedaço de papel com o nome e endereço de Regina, a dona da casa. Em nenhum momento as crianças duvidam que sua mãe voltará para buscá-las. Mas será que ela vai mesmo? A chegada dessas crianças no mundo de Regina – e suas tentativas de lidar com ela – transformará profundamente as vidas de cada uma delas.
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A idéia/estória é boa, mas o filme se perde...parece uma colcha de retalhos e muita coisa não se explica....foi um custo chegar até o final, apesar do carisma e boa interpretação das crianças
Muito bom filme, so acho que o final precisava ser melhor trabalhado. Ah e os dois pequenos são incríveis, da pra acreditar facilmente que são dois órfãos mesmo!!
Que história boa este filme tem, Sandra Kogut é uma diretora que descobri agora, mas já me arrebatou, uma obra singela e tocante, a história dos irmãos te pega, pois além de excelentes atores mirins, a história emociona e te toca, Carla Ribas é uma atriz sublime que já conhecia e aqui recebe uma protagonista, que mulher talentosa.
Gostei desde filme nacional. Abandono infantil. Interpretações muito boas, que causa uma sensação de desconforto em quem a assisti. O filme é um bom drama sensível, profundo, e melancólico. Vale conferir. 03.11.20
Drama nacional que na maior parte do tempo é monótono, a diretora parece que não sabia sobre o que falar e costurou cenas aleatórias e maçantes em torno de um fiapo de trama. Melhora um pouco na hora final, mas ainda assim nada se explica e muitas coisas não tem razão de existir no filme. Personagens desinteressantes, é uma produção que parece tentar falar dos contrastes sociais dentro de uma cidade, porém escolhe a pior maneira possível. No fim, fica parecendo mais um experimento da diretora do que uma película pensada com cuidado.
E para quem mora no Rio, a representação de Campo Grande foi totalmente aleatória. Não conheço o bairro todo porque ele é muito grande, mas a montagem passa uma ideia totalmente errada. E de fato, quem mora na Zona Sul (área nobre do Rio de Janeiro), tem essa visão de que todos os bairros do subúrbio são iguais e bolsões de pobreza. Então, ironicamente, a tentativa de crítica social que Kogut quer passar no filme, ela mesmo faz idêntico ao se apegar em estereótipos para falar de uma realidade que ela não conhece.
De positivo, somente a atuação das crianças. De resto, muita chatice por quase duas horas.