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Duração
Poeta e cantor, Baal recebe um convite de Meck, madeireiro predador, para um jantar oferecido em sua homenagem. Recusando a proposta de ascensão social de maneira sarcástica, escandaliza os convidados, atraindo a mulher de Meck. Opta então por uma vida de outsider, gozador da vida, e preenche seus dias com casos amorosos com belas mulheres e com um homem, apaixonando-se por ele a ponto de quase matá-lo com seu ciúme. Nessa fábula musical antropofágica, consta a voz original de Bertolt Brecht e a entrevista de Einstein no Brasil, onde foi comprovada a Teoria da Relatividade. Livremente inspirado na obra "Baal" de Brecht.
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Marília Mendonça: Sentimento Louco
Como sonífero é bastante eficiente, rsrsrsrs!
''Canção de Baal'' será mais prazeroso para quem conhece a obra do pensador e dramaturgo
Bertolt Brecht, caso contrário, será apenas um filme confuso, um mosaico de referências soltas e colagens que precisa ser visto duas ou mais vezes.
Obra muito pedante e experimental para meu gosto! Só valeu a conferida pela presença forte de Beth Goulart e Simone Spoladore e também pela primorosa direção de arte.
Muito, muito bom! Filme contagiante, filme sobre vida, filme sobre música e "quotas de cachaça que ajudam na produção de poesia", filme bonito, fime marginal, filme-nudez, filme-ensaio, filme-tesão, filme-Brasil, filme com defeitos, mas filmes que deixa marcas, filme-filme, filmaço, muito bom! As intervenções audiográfico-mnemônicas de Bertolt Brecht, a participação de Simone Spoladore, o elã de Carlos Careqa e os diálogos primorosos em prol de estórias que não devem ser entendidas tornam este filme OBRIGATÓRIO para quem ama o cinema e o Brasil e, principalmente, o cinema do Brasil! (WPC>)
'Matar a morte,
para ressucitar
a imortalidade.'
Há uma clara falta de roteiro, me parece um misto de colagens e referências soltas e isso me agride um bocado como espectador. Apesar disso, a direção e a fotografia são muito competentes.