O aclamado cineasta Pat Collins traz a dramática história de vida do lendário cantor irlandês Joe Heaney para a tela, uma audaciosa exploração do homem e de sua música. Com uma abordagem que se casa com episódios narrativos tradicionais com imagens documentais, o filme celebrará a música que Joe Heaney criou ao pintar um retrato implacável de Heaney, o homem.
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Estamos em outubro de 2018, já assistindo a vários filmes representantes de melhor filme estrangeiro do Óscar 2019, e ainda está saindo filmes de representantes do Óscar 2018.
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PS: espero que alguém traga a legenda em pt-br. Ainda quero assistir esse. =/
Escolhida para representar a Irlanda no Oscar 2018, embora não tenha passado à fase semifinal, esta biografia de Joe Heaney, cantor folk do gênero Sean-nós, é muito, muito inacessível e hermética para quem, como eu, não conhece absolutamente nada acerca do estilo musical nem da importância do cantor. Através de uma abordagem audaciosa, que combina trechos dramatizados, recortes de arquivos, solos musicais e reflexões do biografado em forma de poesia, tudo isto uma cronologia fluida, o diretor Pat Collins não encontra o elemento central que unificaria tudo e justificasse por que esse artista era merecedor de uma honraria cinematográfica como este (muito menos de introduzi-lo às plateias que o desconhecem). Resta ao espectador apreciar a fotografia preto e branco, evocativa e contemplativa em retratar a Irlanda interiorana, e a vocação musical desta obra, ainda que isto dependa do gosto individual.
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