Cão Maior acompanha a história de Ícaro e João pelas cidades-satélites do Distrito Federal. Eles se conhecem durantes as férias e presenciam o aparecimento de uma nova estrela no céu, que torna as noites quentes e iluminadas com uma luz vermelha.
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NA minha coleção de curtas, ter uma obra assim é um diferencial. Gosto como brinca com a ficção científica, moldando essa estética mais avermelhada e com um texto cheio de reflexões.
Queria muito ter gostado desse filme... Lembra muito o estilo do Gregg Araki tardio, numa conjuntura muito local (demorei para reconhecer Brasília, por exemplo, visto que o filme prefere uma ambientação mais naturalmente periférica). Achei o intérprete de Ícaro muito bonito, mas há algo de excessivamente empostado nas atuações, que funciona na defesa da normalidade da afetação comportamental de João, mas que prejudica o entrosamento espectatorial noutros momentos, inclusive porque torcíamos por mais sexualidade, nudez, etc.. Mas é um filme bonito. Não bom o suficiente (o que talvez seja irrelevante, por enquanto), mas bonito. E, se o desfecho em aberto frustra-nos um tantinho, permanecemos com essa dupla na mente (e noutras partes do corpo) após a sessão... Eles tentaram: que bom! (WPC>)
Lindo e cheio de representatividade <3
Da naturalidade do tédio adolescente até a evolução de uma amizade colorida. Eu tava gritando pro Ícaro ir banhar numa cena... A atuação do João estava mais assertiva
Através de uma ficção científica sobre uma nova estrela que deixa as noites do Distrito Federal mais quentes que o normal, acompanhamos a história de Ícaro e João, dois jovens que se conhecem e logo criam um forte laço de amizade. Entre diálogos desde sobre o que fazer no tédio das férias até sobre o futuro, nos vemos apegados aos dois personagens e aos rumos de sua relação. Cão Maior transmite leveza ao espectador e o conquista facilmente.