Dirigido por
Duração
No mesmo instante em que Pietro e seu irmão Carlo salvam duas mulheres de um afogamento, sua esposa morre repentinamente. A partir daí, ele passa por momentos de caos sentimental e silêncio. Pietro, entretanto, precisa arrumar forças para exercer os papéis de pai e mãe da filha Claudia.
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As Novas Desventuras de Cliff Booth
- o título consegue resumir bem tudo que se passa com o protagonista após a tragédia do começo
- por dentro está completamente perdido e abalado, mas tenta não demonstrar e procurar outra forma de levar a vida a frente
- bem reflexivo e palatável
- desnecessário terem colocado o arrombado do polanski no filme
Filminho chato, monótono, cansativo, não saí do lugar. Não entendi essa nota alta para esse filme.
O material escrito por Nanni Moretti, Laura Paolucci e Francesco Piccolo poderia ter resultado num filme melodramático se tivesse caído nas mãos do diretor errado. Felizmente, este não é o caso de Antonello Grimaldi, que dirige “Caos Calmo” com muita competência. Podemos até fazer uma comparação entre a figura do diretor e a do personagem principal deste filme. Se Pietro encontra a calma e um propósito no meio do caos do luto, isso se deve à segurança com que Grimaldi fundamenta seu longa. Os dois que são o eixo desta maravilhosa coprodução italiana e inglesa.
Tenho até o momento dificuldade absurda em avaliar este filme, até porque não cheguei à compreender as motivações dos personagens. EM alguns momentos senti alguns diálogos plastificados e infactíveis. Por outro tem um ritmo agradável e nunca é melodramático ao extremo mas ficou longe de me conquistar.
Sou pai, e alcanço o sofrimento das perdas e a ansiedade de proteção, temas do filme. Por isso, nota 4. Mas acho que é realmente um filme para um público muito espefício. Para quem não alcança, deve ser um filme bem fraco, nota 2.5 e olhe lá.
Um comentário, as atuações do protagonista e seu irmão são maravilhosas!