Nova York, 1938. Eric e sua esposa Carol, crítica de arte novaiorquina, viajam junto com o filho para a cidade de Eric com a finalidade de ajudar seu pai, um industrial alemão que está com problemas comerciais. Lá ele encontra Frieda Heinkel, uma ferrenha defensora do nazismo.
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Uma das temáticas que se destacam é a da propaganda nazista. Aqui vemos um marido que vive sua pequena vida em Nova York e ao se mudar para a Alemanha, em plena ascensão nazista, encanta-se com toda aquela propaganda do Goebbells (que era o e então ministro da propaganda do Reich). Desde então, é mostrado a metamorfose do comportamento do marido, que passa a ficar cego diante do ser a qual estava se tornando, uma pessoa desumana que se acha superior as demais raças e que compactua com o holocausto judeu. No final é que temos a cena mais impactante, que é quando o marido descobre que tem descendência judia, o que faz com que toda aquela realidade construída por ele, apartir da ajuda da propaganda nazista, perca o sentido.
O filme começa em 1938, com Carol ( Joan Bennett) e seu marido Eric, eles tem um filho e levam um casamento feliz. Eric é alemão, e seu pai passa por dificuldades financeiras em sua terra natal. Ambos decidem ir então fazer uma visita, mas assim que chegam na Alemanha, percebem as mudanças que o país sofreu. Joan Bennett fica com medo e não entende bem o que está acontecendo, Eric se entusiasma e vê aí o renascimento da Alemanha como uma grande nação. Logo se filia ao partido nazista e quer que o filho seja criado nos princípios nazistas. E esse, é só o início de muitas reviravoltas e surpresas... O final é de cair o queixo! Juro que é um dos filmes que mais me surpreendeu nesse quesito.
O elenco é muito bom, mas Joan Bennett não passa muita credibilidade visto a situação terrível em que ela vive com seu filho. No mais é um filme corajoso e direto. O primeiro filme anti-nazista da Fox.