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Cesar Coffin Souza

Nomes Alternativos: Cesar Souza | Coffin Souza

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Porto Alegre, RS - Brasil

Cesar “Coffin” Souza nasceu em Porto Alegre (RS) em uma madrugada fria do inverno de 1962. Filho de uma tradicional família católica, passou a infância entre histórias em quadrinhos, missas obrigatórias e sessões da tarde na TV. Adolescente descobriu a paixão pelos livros, fotografia e depois o cinema.

Trabalhando de office boy foi comprando seu equipamento e de forma autodidata começou a produzir curtas metragens na bitola super-8. Aproximou-se do grupo que integrava o movimento chamado de “Bitola Nanica” e se reunia no Foto Cine Clube Gaúcho. Escreveu, produziu e dirigiu diversos curtas no sistema Sigle-8 (Fuji), classificando seu “Edgar e o Corvo” (1983) no Festival de Cinema de Gramado (quando foi classificado pela censura como “Drama Fantasmagórico” e proibido para menores de 18 anos por conter cenas de terror e consumo de drogas), no 4º Festival de Cinema Menor de Porto Alegre (melhor fotografia) e Festival Fotóptica de Super-8 (São Paulo 1985 – mostra revelação nacional). Com a gradual extinção da bitola dando lugar para o vídeo, se afastou da produção. Dedicou-se a estudos e coleção sobre cinema fantástico e publicou matérias em fanzines lançando também dois títulos, “Massacre” (1986) e “Mestres do Cinema de Horror – Vicente Price” (1988).

Em 1995, participando da 1ª HorrorCon, convenção paulista dedicada ao gênero, conheceu o trabalho de Petter Baiestorf (Criaturas Hediondas 1 & 2 ) passando então a ser colaborador, ator e produtor da então Canibal-Mabuse Produções. Voltou a dirigir com o curta “Arachnoterror” (1996). Passou a publicar fanzines dedicados ao cinema e vídeo vagabundos como “Suspiría”, “She-Demons”, “Tor Johnson’s Bastards Sons”, “Brazilian Trash Cinema” (em parceria com Baiestorf) e “Sanguelia”.

Em 1999 mudou-se para Palmitos (SC) sede da Canibal Filmes e depois do fim da parceria Canibal-Mabuse morou durante um tempo em Fortaleza (CE) onde escreveu, produziu, dirigiu uma série de filmes experimentais reunidos em cinco títulos.

De volta a Palmitos se dedica aos efeitos especiais, literatura anarquista-ateísta, colaborações em fanzines de cinema e literatura e a produções pela N.A.V.E. (Núcleo Associado de Vídeo Experimental de Palmitos) e colaborações frequentes com a Canibal Filmes.