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Data de lançamento
21 Set. 2016Duração
A história de amizade e rivalidade entre o pintor Paul Cézanne (Guillaume Canet) e o escritor Émile Zola (Guillaume Gallienne). Paul é rico. Emile é pobre. Mas dessa união irá surgir uma amizade que resiste ao tempo e às diferenças sociais. Os amigos, que se conheceram no colégio Saint Joseph, aprenderam desde crianças a compartilharem tudo um com o outro. Mas, na busca por realizar seus sonhos, os dois vão aprender a enfrentar os desafios da vida e, principalmente, sobre o valor da verdadeira amizade.
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Nota alta pela fotografia e atuações, mas o ritmo do filme é arrastaaado.
Fiquei imaginando a pesquisa de como escrever os diálogos do Cezanne como um cara insuportável: "mas ele era chato como? do tipo pentelhinho, ou do tipo que encosta enquanto fala?" hauuhahuauha
Um retrato importante, mas não curti muito o filme, esperava algo mais interessante e achei cansativo. Já vi outros filmes de artistas e me tocaram mais.
As virtudes desta película são tão altas e caras, que um certo problema de ritmo aparecer em diversos momentos do filme (as vezes detalha demais e fica arrastado, as vezes falta exatamente é um detalhe conectivo - problema de edição?) não me impediu de dar 4 estrelas. A luz do filme é a primeira sacada brilhante, pois em vários momentos lembra a vivacidade das tintas de Cezanne. O ator que faz Cezanne é muuuuuito bom (aliás, todos são), e o artista está perfeitamente retratado. O Zola já é um pouco mais diferente, mas a interpretação é boa demais também. O filme me deu vontade de saber mais sobre a vida dos dois, e compreender o que é fato e o que é ficção nessa história. Isso é uma marca de um filme interessante!
Para terminar, sem spoiler mas comentando que poderíamos chamar Cezanne e eu de um filme de amor, mas um amor entre amigos que se destaca muito acima de outras paixões que aparecerão nele. Um amor muito profundo, porém atormentado pela personalidade difícil de Cezanne...
Vejam aos poucos se for o caso. Vale a pena.
15/12/21
Picasso: "Ele era o pai de todos nós".
A escrita de Émile, assim como seu engajamento e sua coragem, marcaram nossa história. Em 1902, ele morre misteriosamente asfixiado em casa, devido a uma chaminé entupida. Dizem que, ao saber da morte do amigo, Paul passou dias chorando a perda. Em 1906, Paul não resistiu a uma pneumonia que pegou ao pintar em uma noite de tempestade. Graças a Ambroise Vollard, ele recebeu um pouco de reconhecimento em vida.[Dos mil quadros de Paul Cézanne, mais de setecentos estão expostos em museus do mundo inteiro.