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Data de lançamento
19 Maio 2019Duração
Depois de uma briga com o marido, Catherine resolve dar um tempo e sai de casa. Ela se muda para o quarto 212 de um hotel do outro lado da rua, com vista privilegiada para seu antigo apartamento, para o marido que acaba de deixar e, de certa forma, para a vida que dividia com ele. Enquanto pensa se tomou a decisão certa, muitos personagens de sua trajetória opinam sobre o assunto. Todos a confrontam, ela gostando disso ou não, ao longo de uma noite que se revela transformadora.
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Um Honoré pouco inspirado.
- forma bastante legal e criativa de resolver a crise entre o casal
- gostei bastante da forma que esse tipo de realismo fantástico foi utilizada, infelizmente não aproveita todo o potencial que tinha, um ótimo recurso que podia ser melhor aproveitado
Dramédia romântica francesa que se destaca pelo roteiro criativo. O filme também ressuscita uma bela canção do Barry Manilow que eu nem me lembrava mais. Quando a professora de piano começa a cantarolar a música ao tocar piano eu reconheci a letra da canção.
Noite felliniana numa avenida de Paris.
"Como mulher e como historiadora foi impossível não sair daquele armário."
Quarto 212 #Chambre212 de #ChistopheHonoré França,2019.
Ah Honoré!!! Continuando te amando! Como teu cinema me faz bem. O diretor e roteirista francês de Canções de Amor ou Conquistar, Amar e Viver Intensamente me pega pela sensibilidade de suas histórias, em Quarto 212, seu último filme, não é diferente.
Uma mulher termina um caso extraconjugal e vai pra casa, enquanto está no banho seu marido vê uma mensagem do ex-amante. Ela sai de casa e vai dormir num hotel exatamente em frente ao seu apartamento de lá ela observa o marido pela janela e sua vida vai passando através de pensamentos e memórias.
Esse é o ponto de partida para expor um casamento em crise onde o diretor vai usar o bom humor para falar de algo tão dolorido e aí mora a mágica desse filme que assito com os olhos marejados e um sorriso no rosto.
A mulher vai receber a visita de seus antigos casos, de sua mãe, de sua avó e até de seu marido com a idade que tinha quando se conheceram, conversando com essas pessoas ela vai tentar entender a crise pela qual está passando.
Uma linda reflexão sobre os obstáculos da vida que podemos desviar e fingir que não existem, ou escalar, atravessar e superar.
Lindo filme pra alma com um final apoteótico ao som de Barry Manilow, daqueles que Honoré faz sem medo de ser feliz.
#ChiaraMastroianni #VincentLacoste #BenjaminBiolay #CamilleCottin #CinemaFrancês