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No Rio de Janeiro o famoso detetive Charlie Chan (Sidney Toler) e Jimmy (Victor Sen Yung), seu filho, estão aparentemente em férias na cidade, mas o real motivo é prender Lola Dean (Jacqueline Dalya), a principal artista de um cassino e que acabou de ficar noiva de Clark Denton (Ted North). Porém os fatos sofrem uma reviravolta, pois Lola é assassinada e Chan é convidado pela polícia local para investigar o caso.
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Filme no Brasil, e o delegado não fala português com ninguém, todos os personagens são estrangeiros, nem a empregada é brasileira, e aí até teriam um bom motivo para pôr uma mulher negra de empregada, visto a época e para aproveitar e mostrar ela sambando, aí os caras me colocam uma empregada chinesa sambando. Tudo bem se ela soubesse sambar minimamente, mas aquilo está bem longe de ser samba. Na parte em que Jimmy vai para fora da casa com ela, é justamente o momento em que tentam mostrar esse samba, só que de forma totalmente artificial.
Até as músicas nas boates são estrangeiras, o que reforça ainda mais a sensação de que o filme praticamente ignora o ambiente brasileiro em que se passa. O Rio de Janeiro vira só um pano de fundo exótico, sem identidade local de verdade, como se fosse um cenário qualquer que poderia estar em qualquer outro lugar.
Só a cara de bobo de Victor Sen Yung já me irrita. Esse Jimmy é muito ridículo, chutando várias teorias e interrompendo toda hora, está ficando insustentável a presença dele, mds como atrapalha tudo, volta Keye Luke. A insistência em usar o alívio cômico do filho de Charlie de forma exagerada faz com que ele atrapalhe mais do que ajude na trama, e em muitos momentos dá a impressão de que o filme perde ritmo só para inserir suas palhaçadas.
Na hora que estava portando a arma apontada para Marana ele ainda consegue o perder, sorte que lá na frente ele se redime, do meio para frente do filme sua performance dá uma boa melhorada. Essa melhora, no entanto, não compensa o desgaste das cenas anteriores.
No geral, “Charlie Chan in Rio” é um filme que desperdiça a oportunidade de usar o Brasil como cenário de forma autêntica e acaba ficando artificial tanto na ambientação quanto em alguns personagens. Mesmo com alguns acertos na parte final, a obra deixa a sensação de que poderia ter sido bem mais interessante se tivesse explorado melhor o contexto local e reduzido o peso do personagem de Victor Sen Yung.
Assistido em 30/09/2025
Mais um filme de investigação com o famoso detetive asiático Charlie Chan. Foi o 10° filme estrelado de Sidney Toler (1874-1947) como personagem do título, que é chamado a investigar a morte de um suspeito de assassino no Rio de Janeiro, Brasil. Nesse filme, inclui-se algumas músicas bastante cativantes e o metido e engraçado Jimmy aprendendo a dançar o samba tupiniquim. Embora não seja declarado como um remake, o filme segue o mesmo enredo básico como O camelo preto (31).
Nesta estória, Chan e seu filho número 2, Jimmy Chan, estão no Rio para prender uma assassina, Lola Dean, mas ela também é assassinada pouco tempo depois; então o detetive lidera a investigação para isso. Depois de reunir pistas, incluindo cigarros drogados, o assassino é revelado... O pitoresco Brasil é o pano de fundo deste misterioso caso de assassinato, com Chan se juntando à polícia local para resolver um duplo homicídio.
Classic!
Ele é divertido e fascinante ...
brilhante Charlie Chan(Sidney Toler)*~*