Dirigido por
Duração
O jovem Eric (Chris Stafford), de 17 anos, começa a despertar para sentimentos que até então desconhecia durante as férias no verão de 1984 em que ele e mais a sua melhor amiga Maggie (Tina Holmes) começam a trabalhar no refeitório de um parque de diversão. Enquanto que todos pensam que ele e Maggie namoram, Eric começa a simpatizar-se com o colega de trabalho Rod (Andersen Gabrych) que sem qualquer receio assume-se como gay perante todos. Ao começar um novo ano escolar, Eric começa a passar por várias transformações e muda radicalmente de visual na esperança de conseguir afastar os seus sentimentos. Mas quando começa a descobrir que é de homens que ele gosta, Eric começa a entrar num mundo diferente, mas que o faz sentir-se muito bem.
Sem anúncios
Aproveite o melhor do Filmow sem interrupções
Marília Mendonça: Sentimento Louco
É tipo um "Delicada Atração" sem carisma! Não gostei muito, não: a história, por mais interessante que seja, não consegue se sustentar mediante a falta de carisma dos personagens e a morosidade das cenas. Tudo é muito superficial e não há uma construção que faça a gente se apegar aos personagens e torcer por eles... É tudo muito jogado, aleatório e apático. O protagonista é insuportável, chato, e a falta de química com o loirinho deixa tudo ainda mais arrastado do que já é, bem como a relação dele com a menina - que, aliás, lembra muito a Meryl Streep na aparência, rs! Pra não dizer que não gostei de nada, acho que as cenas dele com a mãe são as melhores do filme.
Gostei da produção. Boas atuações e o roteiro foi para um rumo bem realista e acolhedor ao mesmo tempo, algo difícil dentro da temática LGBT e ainda mais se falando de um filme de 1998.
Achei que ia achar bestinha rs, mas entrei numa onda nostálgica com a pegada agridoce e saudosista do filme....putz.... o filme é maior do que parece ser. Adorei!
Não tava esperando muito desse filme e me surpreendi, um coming of age gay muito pé no chão pra época e cenário que representa, sem aquela idealização de mundo cor-de-rosa que muitas produções gays hoje em dia acabam caindo, onde é só se declarar gay e tudo fica lindo e perfeito do dia pra noite, mas também sem a maldição de um final trágico com gays morrendo e ficando sozinhos no final.
É triste, melancólico, sexy, divertido e feliz nas medidas certas.
Uma das cenas mais linda do filme pra mim foi quando após o Eric ter sido repelido da festa hetero e fugir chorando por perceber que aquele lugar não pertencia a ele, pra então chegar apreensivo e tímido na boate LGBT e ser recebido pela amiga lésbica com um abraço e sorriso e ai conhecer um lugar cheio de pessoas como ele livres e felizes, ai eu que fiquei com os olhos lacrimejando e emocionado.
E alguém que roubou a cena sempre que aparecia foi a Angie, interpretada pela sapatão maravilhosa Lea DeLaria, que personagem legal, uma lésbica mais velha desempenhando uma figura maternal e de mentora pra gay novinha se descobrindo.
Sério, que achado esse filme, me deixou com um quentinho no coração.
ao que parece eu nunca terminei este também... estranho